Freixo fala em possibilidade de violência e diz ser contra oposição nas ruas no feriado de 7 de setembro

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 22.06.2021 - O deputado federal Marcelo Freixo (RJ). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) disse ser contra a realização de manifestações pela oposição ao governo de Jair Bolsonaro no feriado de 7 de Setembro, mesma data em que apoiadores do presidente vão às ruas.

Freixo defende o agendamento de outra data para não “dar palco” a Jair Bolsonaro, sob o argumento de que as manifestações organizadas pelos apoiadores do presidente poderão resultar em atos de violência.

“Ele [Bolsonaro] quer violência, para dizer que é dos dois lados, para distribuir uma irresponsabilidade, porque quem está convocando para ato violento é ele. Acho que não precisamos dar esse palco para ele”, disse o deputado à coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ausente nas manifestações anteriores, se reuniu com movimentos sociais da campanha Fora Bolsonaro nesta terça (31). Uma das pautas da conversa foi possibilidade de participar dos atos do próximo dia 7.

O parlamentar do PSB diz ter conversado com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, com integrantes de outros partidos de esquerda e integrantes de movimentos sociais.

Mesmo contra os atos na data escolhida pelos bolsonaristas, Freixo diz respeitar quem defende a ida às ruas.

“Devemos, sim, estar nas ruas, mas não precisamos estar no mesmo momento. Acho um gesto de maturidade. Mas respeito quem considera que é preciso ir”, afirma.

“Isso não é recuo, na minha opinião, isso é maturidade. Deixa a violência para Bolsonaro, tem convocação para que as pessoas compareçam armadas, isso já foi publicizado, tem convocação para que se invada Congresso e Supremo, isso não é a manifestação que a gente reconhece como legítima”, completa.

Em São Paulo, o governador João Doria tentou evitar a realização dos atos na mesma data, mas a Justiça liberou o evento da oposição no Vale do Anhangabaú. ​Os apoiadores de Bolsonaro, por sua vez, ficarão na avenida Paulista.

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