Freixo justifica saída do PSOL após 16 anos: “Nosso dever é derrotar Bolsonaro nas urnas”

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Former Brazilian president (2003-2011) Luiz Inacio Lula da Silva (L) speaks with Marcelo Freixo (R), Rio de Janeiro state deputy for the Socialism and Liberty Party (PSOL) during a rally of Brazilian leftist parties at Circo Voador in Rio de Janeiro, Brazil, on April 02, 2018. 
The chief justice of Brazil's Supreme Court urged calm and warned against violence Monday ahead of a ruling that could send former president Luiz Inacio Lula da Silva to prison -- or give him a get-out-of-jail card. / AFP PHOTO / Mauro Pimentel        (Photo credit should read MAURO PIMENTEL/AFP via Getty Images)
Marcelo Freixo é deputado federal. Em 2016, ele concorreu à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSOL (Foto; MAURO PIMENTEL/AFP via Getty Images)
  • Marcelo Freixo deixou o PSOL após 16 anos no partido

  • Expectativa é que o deputado federal se filie ao PSB e dispute o governo do RJ em 2022

  • Freixo justificou saída do partido com a necessidade de vences Bolsonaro nas urnas nas próximas eleições

O deputado estadual Marcelo Freixo entregou a carta de desfiliação do PSOL. Nas redes sociais, ele explicou a saída do partido e relembrou marcos da trajetória dentro da legenda.

Segundo Freixo, o principal motivo para deixar o PSOL é a luta contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “O nosso dever histórico é derrotar Bolsonaro nas urnas e o bolsonarismo enquanto projeto de sociedade. E sei que o PSOL e eu estaremos do mesmo lado para cumprir essa tarefa”, escreveu.

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A expectativa é que Marcelo Freixo se filie ao PSB ainda este mês e dispute o governo do estado do Rio de Janeiro, em 2022. Sem confirmar qual será o destino do parlamentar, ele afirmou que tem compromisso com a ampliação do diálogo.

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“É urgente a ampliação do diálogo e a construção de uma aliança com todas as forças políticas dispostas a somar esforços na luta contra o bolsonarismo”, pontou. Segundo Freixo, a decisão de deixar o PSOL foi tomada junto à dirigentes da legenda.

Nas redes sociais, o deputado relembrou a trajetória dentro do partido. “Ingressei no PSOL em 2005, antes de me eleger deputado estadual pela primeira vez. De lá para cá, compartilhamos uma bela história e colocamos o partido no centro da luta pela democracia brasileira”, disse Freixo.

“Hoje, encerro esse ciclo com a certeza de que apesar de não estarmos juntos daqui para a frente no mesmo partido seguiremos na mesma trincheira de defesa da vida, da democracia e dos direitos do povo brasileiro.”

Freixo também relembrou a campanha para a prefeitura do Rio de Janeiro me 2016, quando perdeu para Marcelo Crivella. “Disputamos a prefeitura do Rio de Janeiro numa linda campanha que encantou nossa cidade e fomos ao front contra o governo Bolsonaro. Mais do que companheiros de luta, as pessoas com quem construí o PSOL são amigos com os quais divido projetos de vida.”

Segundo o deputado, a eleição de 2022 será como um plebiscito nacional para confirmar se a Constituição de 1988 continua válida no país. “Por isso nós democratas não temos o direito de errar: do outro lado está a barbárie da fome, da morte e da devastação. Seguirei nessa caminhada, me dedicando à construção de pontes, reafirmando o valor do diálogo e o papel da política como meio de resolvermos de forma pacífica os problemas do nosso país.”

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