Frentes que puxaram atos contra Bolsonaro se reúnem nesta terça pra discutir novas mobilizações

·1 minuto de leitura
BRASÍLIA, DF, 01.06.2021: CAIXA-PATROCINIO-ESPORTE - O presidente Jair Bolsonaro, ao lado do vice presidente Hamilton Mourão, do presidente da Caixa Pedro Guimarães e do ministro Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), durante evento sobre patrocínio da Caixa ao esporte brasileiro, no Palácio do Planalto. Bolsonaro declarou que no que depender do governo federal, a Copa América será realizada no Brasil. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 01.06.2021: CAIXA-PATROCINIO-ESPORTE - O presidente Jair Bolsonaro, ao lado do vice presidente Hamilton Mourão, do presidente da Caixa Pedro Guimarães e do ministro Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), durante evento sobre patrocínio da Caixa ao esporte brasileiro, no Palácio do Planalto. Bolsonaro declarou que no que depender do governo federal, a Copa América será realizada no Brasil. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, que agrupam centenas de entidades e encabeçaram as marchas de sábado (29) contra o governo Jair Bolsonaro, farão reuniões nesta terça-feira (1º) para decidir sobre a continuidade das mobilizações.

As principais pautas das frentes são aceleração da vacinação, auxílio emergencial de R$ 600 e fim da violência policial.

As frentes são compostas por partidos de oposição (PT, PSOL, PCdoB, PSB, entre outros), sindicatos e movimentos sociais.

Avaliação colhida pela Folha com porta-vozes de movimentos sociais e partidos nesta segunda-feira (31) é a de que os protestos, que concentraram milhares de pessoas em 210 cidades do Brasil e em 14 países, foram bem-sucedidos e escaparam das armadilhas por ocorrerem na pandemia.