Funcionária da CBF acusa formalmente Rogério Caboclo de assédio

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Motivo da crise institucional que assola a CBF há meses, o comportamento do presidente Rogério Caboclo com uma funcionária motivou acusação formal na Comissão de Ética da entidade, protocolada nesta sexta-feira. A vítima alegou ter provas dos fatos ocorridos e pede a punição de Caboclo, tanto na esfera administrativa interna, quanto na Justiça. As informações são do site "ge".

A funcionária acusou Caboclo de causar constrangimento, com perguntas de cunho sexual, como se ela tinha o hábito de se masturbar, e de tentar obrigá-la a comer um biscoito para cães, chamando-a de "cadela". Sob efeito de álcool, ele teria tambem a constrangido na frente de diretores da entidade, criando histórias de relacionamentos entre ela e outros funcionários da CBF.

Desde 2012 na entidade, inicialmente na recepção e posteriormente trabalhando nos cerimoniais da CBF, a funcionária, depois de tornar público que faria as denúncias contra Caboclo e mostrar para alguns funcionários as provas que havia juntado, pediu afastamento alegando problemas de saúde.

Com a denúncia, Rogério Caboclo deverá ser julgado por uma Comissão de Ética que, de acordo com o regimento da CBF, deve ser independente em relação à entidade. Como punição, ele pode sofrer desde advertência até banimento.

O desdobramento da crise causada pelo comportamento da funcionária é mais um episódio de problemas que o presidente enfrenta na CBF, com comissão técnica e jogadores descontentes com a condução, por parte de Caboclo, da transferência da Copa América para o Brasil.

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