Funcionário do Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Caxias, é executado a tiros quando deixava plantão

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Um funcionário do Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio, foi assassinado a tiros na noite deste domingo após deixar o plantão. O crime aconteceu a poucos metros da unidade de saúde, que fica em Saracuruna. Luiz Fabiano da Silva Padrão, de 42 anos, que era segurança patrimonial, foi executado pouco depois das 19h30. Nesta segunda-feira, a Secretaria de Estado de Saúde confirmou o crime, no entanto, não soube informar qual seria a motivação. O secretário da pasta, Alexandre Chieppe, disse que vai conversar com a Polícia Civil para entender o que aconteceu “e quais medidas extras serão tomadas”.

O caso ficará a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Os investigadores vão apurar quais as motivações para o crime. Testemunhas serão ouvidas nos próximos dias.

O secretário Alexandre Chieppe disse que a pasta está acompanhando o caso. Ele cobrou agilidade dos investigadores e informou que vai se reunir ainda nesta segunda com o secretário de Polícia Civil, o delegado Allan Turnowski. A vítima era funcionária da Organização Social (OS) Mahatma Gandhi – que administra o hospital.

— Ele foi morto já fora do hospital depois do plantão. Então, não sabemos o que aconteceu. Estamos acompanhando junto da Polícia (Civil) para entender o que aconteceu — disse Chieppe.

Segundo o secretário, o funcionário estava saindo do plantão e o homicídio aconteceu fora das dependências do hospital. Em nota, a secretaria lamentou a morte e confirmou que o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML). De acordo com a pasta, "os familiares receberam suporte da assistência social do Hospital".

— As informações que temos são preliminares e é possível que esse caso seja isolado. A gente precisa entender esse processo e eventualmente adotar outras estratégias. Nesse momento precisamos acompanhar as investigações. (Só após isso) Iremos ver se precisará adotar medidas extras — destacou.

Procuradas, as polícias Militar e Civil ainda não responderam aos questionamentos.

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