Funcionários do Banco Central entregam cargos em protesto, afirma sindicato

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Em busca da reestruturação da carreira de especialista do BC, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) afirmou que cerca de dois mil funcionários da instituição aderiram à proposta de entregar ou deixar de ocupar cargos no órgão. A informação foi divulgada após uma reunião com o presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, na terça-feira (dia 11).

Segundo o sindicato, a reunião foi amistosa, mas sem uma proposta concreta. O Sinal declarou que 500 comissionados ou substitutos entregaram os cargos. E cerca de 1.500 funcionários teriam se comprometido a não preencher as vacâncias (não assunção).

O objetivo, afirmou a entidade, é obter a reestruturação da carreira de especialista do Banco Central, parada desde 2017, "para eliminar as assimetrias em valores que já superam mais de 40% em relação a outras carreiras de Estado".

Além do Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal), participartam do encontro com Campos Neto a Associação Nacional de Analistas do Banco Central (ANBCB) e o Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central do Brasil (SinTBacen).

As entidades se manifestaram por meio de nota conjunta, na qual afirmaram que "a deterioração no clima organizacional nos últimos meses se deve, em grande parte, à ausência de endosso das autoridades da Casa à reestruturação da carreira de Especialista do Banco Central".

Procurado, o Banco Central informou que não comenta o assunto.

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