Funcionários da Casa da Moeda decidem se aceitam proposta da empresa

Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

Os empregados da Casa da Moeda fazem amanhã (16), às 8h, em frente a sede da empresa, na zona oeste do Rio, uma assembleia para discutir a proposta de um acordo temporário que inclua as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2019. Na sexta-feira (10), os empregados fizeram um dia de paralisação para discutir a privatização da Casa da Moeda. Nesta semana, eles estão em estado de mobilização.

O presidente do Sindicato Nacional dos Moedeiros, Aluízio Júnior, disse que se a empresa aceitar a proposta no processo de negociação que está em andamento, os trabalhadores terão como esperar o resultado do julgamento do dissídio do ACT de 2019, previsto para março na Justiça do Trabalho.

“O TST se reuniu, com a gente do sindicado e com a Casa da Moeda, no dia 17 de dezembro. Eles estão acompanhando de perto o que está acontecendo. A gente acredita que se mantiver as condições de dezembro, nós temos toda a tranquilidade de continuar o processo de negociação sem nenhum tipo de sobressalto”, disse Júnior.

ACT 2020

Enquanto a conclusão desse processo ainda está indefinida, os trabalhadores discutem o acordo de 2020. As negociações estão sendo feitas com representantes dos trabalhadores e uma comissão de mediação da Casa da Moeda. Júnior informou que se a empresa continuar com a decisão de cortar as cláusulas sociais e benefícios do acordo de 2020, com a justificativa de falta de recursos, alguns trabalhadores vão ter o contracheque zerado. 

“Agora em janeiro, a Casa da Moeda não manteve as cláusulas sociais. Ela comunicou aos trabalhadores. Isso significa que alguns trabalhadores poderão receber o contracheque zerado, já que a Casa da Moeda entende que pode cobra de trabalhadores com direito adquirido o plano de saúde dele e de dependentes. Se for descontar isso do salário, o contracheque vem zerado”, disse. De 20% a 30% dos empregados estariam nesta condição.

Segundo o sindicalista, nenhuma atividade da Casa da Moeda está comprometida. Atualmente, a empresa produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes para a Polícia Federal, selos rastreáveis de cigarros e outros postais para os Correios.

Casa da Moeda - Reprodução Google Maps
A Casa da Moeda produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes, selos rastreáveis de cigarros e postais para os Correios - Reprodução Google Maps

Privatização

Para o sindicalista, não é correta a justificativa de prejuízos no desempenho da empresa e do peso da folha de funcionários dentro da receita para incluir a Casa da Moeda na lista de privatizações do governo. Segundo ele, a empresa perdeu receita com o fim da produção do selo holográfico rastreável que era colocado em embalagens de bebidas frias como refrigerantes. 

“Isso não é fruto da incompetência dos trabalhadores e da administração passada. O prejuízo que ocorreu em 2017 foi porque o governo tirou 60% do faturamento da Casa da Moeda. Em 2016 ele descontinuou o serviço que tínhamos exclusividade para fazer. A partir dessa retirada começam a refletir os números. Até 2016 a Casa da Moeda teve lucro”, disse. “Antes de tirar os 60% de faturamento, a folha de pagamentos de pessoal girava em torno de 8% a 12% do orçamento, muito abaixo do de outras empresas”.

Os trabalhadores buscam o apoio de parlamentares para conseguir barrar a privatização da empresa. Júnior cita o exemplo de outros países que têm a sua própria Casa da Moeda, como os Estados Unidos, diz que não entende porque o Brasil teria que seguir um rumo diferente de diversas nações. “Estamos fazendo esse debate em um ambiente apropriado que é o Congresso Nacional”.

Casa da Moeda

Procurada pela Agência Brasil, a Casa da Moeda informou que não tinha um posicionamento atualizado. Na sexta-feira, quando houve a paralisação, a empresa publicou uma nota em que diz entender que tanto ela, quanto os funcionários passam por um momento de incertezas e preocupações, decorrentes da sua inclusão no Programa Nacional de Desestatização, que retira da empresa a exclusividade na produção de cédulas, moedas, passaportes, selos postais e selos fiscais e também entra 2020 sem um acordo coletivo de trabalho fechado. 

A Casa da Moeda pondera, no entanto, que mesmo após diversas propostas da empresa e até uma proposta da Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, todas foram recusadas pelos empregados.

Em especial sobre o acordo coletivo de trabalho, a Casa da Moeda informou na nota que desde que assumiu suas funções, há seis meses, a diretoria “tem buscado fechar este acordo, na intenção de evitar que, com a virada do ano, os funcionários deixassem de ter determinados benefícios que são decorrentes exclusivamente de um ACT. Adicionalmente esclarece constantemente aos empregados e ao sindicato que o atual custo de pessoal é inviável economicamente para a empresa”.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Mais uma da série 'Lula solto não é sinônimo de Lula livre'", tuitou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) no dia 9 de novembro de 2019, um dia após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixar a Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba. Filho de Jair Bolsonaro, o deputado usou a expressão com conotação negativa para esfriar as celebrações de petistas com a soltura de Lula após 580 dias de prisão. O tuíte citado acompanhava uma reportagem sobre a impossibilidade de o líder do PT, que segue condenado, se candidatar à Presidência da República. Dois meses depois, Lula ecoa discurso semelhante. "Eu não estou livre, eu estou solto", afirmou em entrevista ao site Diário do Centro do Mundo transmitida pelo YouTube no dia 8 de janeiro. Ele completa: "É importante lembrar que tem muitos processos e eles vão inventando cada dia um. Eles não têm limite". Na última quarta-feira (15), em entrevista à TVT, Lula repetiu a frase.  A ideia, que já vem sendo replicada por entidades amigas do ex-presidente, tende a ganhar força a partir de reunião neste sábado (18) que vai atualizar e reposicionar para 2020 a campanha Lula Livre -bandeira de seus apoiadores no período da prisão. Estarão no encontro membros do PT, de outros partidos de esquerda e do Instituto Lula e movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). O trecho da entrevista do dia 8, em que o ex-presidente diz que está solto e não livre, foi repercutido em um vídeo do Boletim Lula Livre -que distribui por WhatsApp conteúdo em vídeo da campanha- e compartilhado pelo deputado federal Beto Faro (PT-PA) em sua conta no Twitter. Na sexta-feira em que Lula saiu da prisão, parte da militância comemorou a liberdade de Lula como a concretização do slogan. "Livre" e "solto" acabaram sendo vistas como palavras-chave para identificar pessoas que apoiavam ou não o ex-presidente. Após a euforia, o comitê Lula Livre revê a estratégia. "A gente fez até a reflexão se deveríamos mudar ou não o nome", afirma Ana Flávia Marx, coordenadora de comunicação da campanha. A conclusão, no entanto, foi de que a condição atual do petista não seria de liberdade. A jogada permite que o slogan ganhe fôlego e continue sendo usado. "Não tinha como a gente comemorar com 'Lula solto', mas a verdade é que aquele foi um momento de vitória parcial", diz. "É muito importante essa frase que o Lula está dizendo porque ainda podem acelerar o processo do sítio [de Atibaia], podem inventar outro processo e ele ser colocado de novo em cárcere", afirma Marx. Na nova fase, as principais demandas serão os questionamentos sobre a suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, a anulação dos processos e a retomada dos direitos políticos de Lula. Lula foi solto após novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre prisão em segunda instância, caso do ex-presidente. A corte considerou que ela só deve ocorrer depois do trânsito em julgado (fim dos recursos).  O petista ficou preso após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). A condenação foi imposta inicialmente por Moro e ratificada depois na segunda instância pelo TRF-4  (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), com variações no tamanho da pena.  Lula também foi condenado no caso do sítio de Atibaia (SP) em primeira e segunda instância. O Congresso se articula neste ano para rever a decisão do Supremo sobre a prisão de condenados antes do esgotamento dos recursos. Já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara uma proposta de emenda à Constituição que, na prática, altera a classificação do que é considerado trânsito em julgado. A análise do questionamento de Lula sobre a suspeição de Moro está na Segunda Turma do STF e pode ser julgada este ano. A defesa do ex-presidente tenta a anulação das decisões do ex-juiz alegando que ele foi parcial no julgamento da Lava Jato.   As condenações impedem Lula de se candidatar. A Lei da Ficha Limpa, sancionada em 2010 pelo próprio petista quando presidente, veta a sua candidatura, pois proíbe que políticos cassados ou condenados em segunda instância concorram a eleições até completar oito anos do cumprimento de todas as penas. "Com o Lula solto cria-se essa falsa impressão de que o problema dele está resolvido. Mas a gente tem que continuar explicando que não, continuar organizando a população e explicar que a luta para continuar os plenos direitos políticos do Lula continua", afirma Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula. "O lema é Lula Livre e nós vamos trabalhar com as variáveis dele." O comitê Lula Livre foi criado em 2018 e, no site oficial, os internautas são encorajados a criar unidades em suas regiões. Internacionalmente, ganhou o nome de "Comitê de Solidariedade Internacional em Defesa de Lula e da Democracia no Brasil" e é coordenado pelo ex-chanceler Celso Amorim. "Muitos comitês no exterior se criaram espontaneamente. A gente só coordena", afirma o diplomata. Entre as atividades estão a distribuição de informações e a organização de abaixo-assinados. Fotos publicadas na conta do Instagram da CUT (Central Única dos Trabalhadores) mostram a evolução do entendimento da campanha desde a soltura do ex-presidente. Um dia antes de Lula sair da prisão, o entidade postou uma ilustração de Lula com a palavra "livre". No dia 29 de novembro, outro desenho dizia: "Não existe meia liberdade. Por isso, só existe Lula Livre por inteiro!". Ilustração semelhante à primeira, mas com a palavra "inocente", foi publicado no dia 5 de dezembro. A hashtag Lula Inocente tem sido usada com o slogan oficial de maneira espontânea. Segundo militantes do partido, logo após a soltura de Lula, a inclusão da frase à campanha foi cobrada isoladamente por manifestantes, mas as tentativas não vingaram. Marx, coordenadora de comunicação da campanha, afirma que a decisão de não mudar foi para não perder o trabalho feito até então. "Hoje junta gente em um show e grita Lula Livre, fazem reunião em uma entidade e falam Lula Livre. Isso mostra a clareza da nossa narrativa desde o começo", afirma.

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    Toffoli iguala teto salarial de universidades estaduais ao de federais

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, concedeu uma liminar (decisão provisória) neste sábado (18) que iguala o teto salarial dos professores das universidades estaduais de todo o país ao dos professores das universidades federais. O salário dos professores das universidades estaduais tem hoje como referência o salário dos governadores dos respectivos estados -no caso de São Paulo, o salário de João Doria (PSDB) é de R$ 23 mil. Com a decisão, o teto passa a ter como referência o salário dos ministros do STF, de R$ 39,3 mil. O impacto da decisão deve ser maior em São Paulo, onde estão três das maiores universidades estaduais do país, a USP, a Unesp e a Unicamp. A liminar de Toffoli ainda será analisada pelo plenário do Supremo após o recesso, o que não tem data para ocorrer. Toffoli atendeu a um pedido do PSD, que argumentou que há uma "injustificável distinção entre direitos remuneratórios [de professores e pesquisadores] a partir do fato de estarem vinculados a instituições universitárias e de pesquisa de diferentes entes federativos". O relator da ação é o ministro Gilmar Mendes. Toffoli analisou o pedido de liminar por estar responsável pelo plantão do Supremo durante o recesso. Toffoli considerou que o modelo constitucional de federalismo cooperativo adotado no país revela um sistema nacional de educação. "A mensagem constitucional da educação como política nacional de Estado só poderá alcançar seu propósito a partir do reconhecimento e da valorização do ensino superior", escreveu. "Esse reconhecimento parte da consideração de que os professores que exercem as atividades de ensino e pesquisa nas universidades estaduais devem ser tratados em direito e obrigações de forma isonômica aos docentes vinculados às universidades federais." O ministro conferiu nova interpretação ao inciso 11 do artigo 37 da Constituição, no tópico em que a norma estabelece subteto para os estados, "para suspender qualquer interpretação e aplicação do subteto aos professores e pesquisadores das universidades estaduais, prevalecendo, assim, como teto único das universidades no país, os subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal". A decisão atende a um pleito dos professores universitários sobretudo de São Paulo, que vinham se queixando da diferença entre seus salários e o dos professores das federais. O quadro se agravou nos últimos anos, em que não houve reajuste no salário dos governadores, achatando o teto estadual. "[A decisão] É perfeitamente razoável", afirmou Marco Antonio Zago, professor aposentado da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, ex-reitor da universidade e hoje presidente da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). "Não sei se alguém pode achar razoável que as universidades públicas paulistas, que se colocam na ponta entre as melhores universidades brasileiras, têm um impacto histórico muito grande no desenvolvimento do estado, na formação de lideranças, que estas universidades, por uma circunstância que atende a interesses do estado de São Paulo, estivessem numa situação de ter um teto salarial menor do que todas as federais e, mais que isso, da maioria das universidades estaduais dos outros estados", disse. Segundo Zago, as universidades paulistas vêm perdendo profissionais para as federais e para a iniciativa privada por causa da defasagem do teto salarial. "Principalmente os jovens, que representam a esperança da universidade para renovação de seus quadros, não viam mais motivos para optar pelas universidades públicas paulistas", disse.

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    Depois de 200 anos, jabutis voltam ao Parque Nacional da Tijuca no Rio

    O Parque Nacional da Tijuca recebeu nesta quinta-feira (16) 28 jabutis-tinga, animais que não eram vistos no local há mais de 200 anos. Importantes para a distribuição de sementes, especialmente as grandes, os jabutis-tinga são a terceira espécie a ser reintroduzida no Parque desde 2010 pelo projeto Refauna e serão monitorados por pesquisadores.Segundo pesquisadores, o jabuti-tinga tem importante papel na dispersão de sementes - Tomaz Silva/Agência BrasilEm 2010, foram reintroduzidas as cutias e, em 2015, os bugios, que são macacos de médio porte. “Cada animal desempenha um papel importante na floresta”, disse a professora Alexandra dos Santos Pires, integrante do Refauna na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). “O objetivo principal desse projeto é reconstituir a fauna que houve um dia nessa floresta. O que estamos fazendo é como se fosse um quebra-cabeça, [estudando] quais são as pecinhas que estão faltando aqui e que podem ser restabelecidas”, explicou. O Refauna é uma iniciativa da UFRRJ e do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), desenvolvida em conjunto com outras instituições de ensino. Dispersão de sementesSegundo Alexandra, os jabutis têm um papel importante na dispersão de sementes. Caminhando, eles pisoteiam plantas que têm mais facilidade de se estabelecer e acabam impedindo o crescimento de outras espécies. Além disso, comem sementes grandes quase sem mastigá-las. Quando defecam, levam as sementes para novas áreas e ajudam no processo de germinação.“Sementes grandes são características das espécies maiores da floresta, que são as mais ameaçadas. O jabuti leva essas sementes para longe da área onde encontrou o fruto, permitindo que essas plantas se estabeleçam. Uma área onde tem muitos desses indivíduos adultos é uma área na qual as jovens não conseguem se estabelecer”, ressaltou.Os 28 jabutis-tinga foram trazidos de Cuiabá para o Rio de Janeiro e passaram por uma série de exames. Parte dos animais passou os últimos seis meses em uma área delimitada pelos pesquisadores na própria floresta para aclimatação. Parte chegou hoje ao parque. Com o monitoramento, a equipe pretende avaliar se a aclimatação é necessária para o restabelecimento.Para que o acompanhamento possa ser feito, todos os animais tiveram um radiotransmissor fixado no casco. “Cada um tem uma frequência única, para não confundirmos um animal com outro. Sei exatamente [é] o animal que estou monitorando e, com o rádio receptor, chego até o animal, sei o que está fazendo, se está vivo, ou se veio a óbito, se está se reproduzindo, se está se alimentando e o que está comendo", disse o biólogo da UFRJ e pesquisador do Refauna, Marcelo Rheingantz. "Conseguimos monitorar se essa população está se restabelecendo, ou não, e quais as consequências desse restabelecimento, ou seja, quais as interações que estão sendo restauradas”, acrescentou. Orientações à populaçãoDe acordo com Rheingantz, no passado, os jabutis eram abundantes na Mata Atlântica. As populações desses animais foram sendo dizimadas principalmente pela caça e pelo desmatamento. Por isso, o projeto pretende desenvolver ações de conscientização das comunidades vizinhas à área.As orientações do Refauna são: não mexer com os animais, nem retirá-los do local, caso encontre algum no parque; não trazer outros jabutis da mesma espécie ou de espécies diferentes para interagir com eles; trafegar dentro da velocidade permitida nas vias internas ou que circundam a área, permitindo que os bichos atravessem tranquilamente as vias, e nunca alimentá-los.A reintrodução do jabuti é mais um passo para a reconstituição da fauna no Parque da Tijucal. Segundo Alexandra, a próxima espécie a ser reintroduzida no local é a arara-canindé. “Apesar de a floresta estar aqui, existem muitas espécies que precisam ser favorecidas. Espécies características de estágios mais maduros. É uma floresta que ainda precisa caminhar para a frente e o jabuti, mesmo caminhando lentamente, vai ajudar nesse processo de desenvolvimento.”

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