Fundador do Cirque du Soleil acusado de cultivar maconha na Polinésia Francesa

O empresário saiu em liberdade do Palácio de Justiça em Papeete, capital da Polinésia Francesa

O bilionário canadense Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, foi acusado de posse e cultivo de entorpecentes em seu atol na Polinésia Francesa, mas permanece em liberdade, anunciou seu advogado.

O empresário saiu em liberdade do Palácio de Justiça em Papeete, capital da Polinésia Francesa.

Laliberté é suspeito de cultivar plantas de maconhas em um contêiner trancado a chave em seu atol privado de Nukutepipi, no arquipélago das Tuamotu.

"Não foi apresentada nenhuma acusação de tráfico", informou a empresa do canadense, Lune Rouge, em um comunicado.

Pelo direito francês, o empresário pode ser condenado a até 10 anos de prisão.

"Este caso é de uma banalidade pavorosa. Há uma dezena de plantas de pakalolo (nome polinésio da maconha) cultivadas para consumo médico e pessoal", declarou à AFP o advogado do bilionário, Yves Piriou.