Fux vai abrir sessão do STF com resposta a Jair Bolsonaro

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BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 10: The new Supreme Court President Luiz Fux reacts during his swearing-in ceremony amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic at the  on September 10, 2020 in Brasilia. Brazil has over 4.197,000 confirmed positive cases of Coronavirus and has over 128,539 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
Luiz Fux, presidente do STF, falará sobre os atos de 7 de setembro na abertura da sessão desta quarta (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
  • Luiz Fux, presidente do STF, comentará sobre atos de 7 de setembro na sessão desta quarta

  • STF e ministros da Corte foram os principais alvos de Jair Bolsonaro nos discursos feitos ontem nas manifestações

  • Segundo Bolsonaro, ele não cumprirá mais ordens dadas por Alexandre de Moraes

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, vai falar sobre os atos de 7 de setembro na abertura da sessão desta quarta-feira (8). A informação foi passada pela própria Corte.

O STF e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso foram os principais alvos de Jair Bolsonaro (sem partido) nos discursos feitos ontem pelo presidente, tanto em Brasília quanto em São Paulo. Bolsonaro chegou a dizer que não cumpriria mais ordens de Moraes, por exemplo.

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"Ou esse ministro se enquadra, ou ele pede pra sair", disse Bolsonaro. "A paciência do povo já se esgotou."

"Não vamos aceitar que pessoas como Alexandre de Moraes continua a açoitar a nossa democracia e desrespeitar a nossa constituição", disse o presidente. Ele reclamou da determinação de Moraes de mandar prender Jason Miller, ex-assessor de Trump, ouvido no inquérito dos atos antidemocráticos. "Saia Alexandre de Moraes, deixa de ser canalha. Deixe de oprimir o povo brasileiro e censurar os seus adversários."

Outro tema que Bolsonaro voltou a citar foi a urna eletrônica – mesmo tendo sido eleito diversas vezes por este meio de votação. Mais uma vez, o presidente colocou em dúvida a lisura do processo eleitoral e atacou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso.

"Não podemos admitir um ministro do TSE também, usando sua caneta, desmonetizar páginas que criticam esse sistema de votação. Queremos eleições limpas com voto auditável e contagem pública dos votos. Não podemos ter eleições que pairem dúvidas sobre os eleitores", pediu. Bolsonaro enviou à Câmara dos Deputados uma PEC para instaurar o voto impresso, mas a medida não passou.

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