Gabriel e Paula são escolhidos na casa de vidro para integrar o 'BBB 23'

O público escolheu Gabriel e Paula para integrarem o elenco do "Big Brother Brasil 23". Os dois disputaram com Giovanna e Manoel vagas na casa de vidro desta edição, que, pela primeira vez, aconteceu antes do início do programa. Um homem e uma mulher seriam escolhidos e os dois levaram a melhor. Tadeu Schmidt ao vivo na programação da Globo.

Paula, a primeira Pipoca anunciada do "BBB 23", é natural de Jacundá, no Pará. A biomédica tem 28 anos e trabalha em um laboratório de análises clínicas de sua cidade. Teve uma infância permeada por boas lembranças nas ruas da pequena Jacundá. Aos 16 anos, saiu da cidade para estudar em Goiânia e, aos 20, voltou para a terra natal em função das responsabilidades que tinha em casa. Tem muito orgulho de sempre ter cuidado da mãe e de ter pagado a faculdade do irmão. Depois de um namoro de seis anos, está curtindo a solteirice.

Destaca como características próprias a alegria e o jeito brincalhão. “Dançar para mim é uma terapia”, conta sobre seu hobby favorito. Tagarela, Paula revela que opina até quando não está diretamente envolvida na situação. Diz ser briguenta e emocionada, mas afirma que com ela “não tem tempo ruim”. Não gosta de gente que reclama de tudo. Conta, ainda, ser uma amiga leal e justa. Se mexerem com quem gosta, vira “bicho”. Ao mesmo tempo, considera-se gentil, carinhosa e doce: “Não é porque sou forte que não tenho minhas fragilidades”. Diz que se encanta e se deslumbra muito fácil com as coisas e ama se conectar com as pessoas.

A futura a sister não esconde que seu objetivo com o BBB é ganhar dinheiro. No passado, se contentaria com a experiência de participar do programa, mas hoje o reality é uma competição valendo tudo ou nada. “Tem gente que quer fama, quer mudar o mundo inteiro; eu só quero esse dinheiro para mudar de vida”, declara.

Já o primeiro homem Pipoca anunciado do reality show, o administrador e modelo Gabriel tem 24 anos e é de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Cresceu com pais separados, mas que sempre tiveram uma boa relação. Enquanto a mãe o mimava, o pai colocava seus pés no chão. Fez faculdade de Administração em São Paulo, mas com o tempo percebeu que o mundo “terno e gravata” não era para ele. Na pandemia, passou um período no interior e resolveu “virar a chave”. Mudou-se para Florianópolis, começou a investir na carreira de modelo e hoje, além da profissão, administra alguns imóveis da família para complementar a renda.

Considera-se mais caseiro e não é muito de balada; prefere curtir momentos na praia e com a família. Revela ser vaidoso e gostar muito de tatuagens. Conta ser bem centrado e um tanto chato com organização. No convívio, pequenas coisas o incomodam. "Estou tentando ser mais paciente para me tornar alguém melhor". Diz que não é do tipo que gera atrito desnecessariamente; prefere evitar, mas entrega que não se esconde de um embate. “Não vim para ser o encrenqueiro do programa. Se pisar no meu pé, vou reagir da forma que achar ideal”, adianta. Em uma discussão, afirma que se posiciona. Considera-se orgulhoso, não abaixa cabeça e não tem medo do cancelamento.

Como participante da casa mais vigiada do Brasil, Gabriel tem um objetivo claro: ganhar o prêmio para investir na carreira. “Quero entrar no BBB para ficar rico, milionário”, destaca ele, que não almeja ficar famoso após o programa.