Galisteu relembra vício em cigarro que se agravou após morte de Ayrton Senna: 'Fumei 20 anos'

Galisteu imitando Vittorio

Adriane Galisteu sempre vendeu a imagem de mulher saudável, preocupada com o corpo e alimentação. E ela se vê assim. Mas durante anos carregou um vício que prejudicava tudo o que acreditava: o cigarro.

"Eu fumava num grau, que fumava até onde não podia. Mas sempre pedia: 'Por favor, não me fotografem fumando'", disse Galisteu, em seu canal no Youtube: "Eu comecei adolescente, mesmo tendo horror ao cigarro e implicando com meu pai que fumava bastante".

Quando completou 18 anos, a então modelo abandonou o cigarro. No mesmo período, começou a se relacionar com Ayrton Senna. Mas a morte do piloto, fez com que o vício retornasse.

 

"Já não fumava quando conheci o Ayrton, até porque se o cigarro ainda estivesse na minha vida, nós nem começaríamos a nos relacionar, ele tinha horror a isso. Até que em 94, o Senna morreu, meu mundo caiu junto com ele e eu fui morar em Portugal. Nesse ano, fiquei completamente sozinha, aproveitou o momento de baixa estima, solidão, tristeza, angústia... E voltei a fumar. Eu sabia que não era legal e disse que ia parar quando voltasse ao Brasil. De volta um ano depois, eu não consegui", confessou.

A apresentadora, de 46 anos, se viu refém do cigarro durante 20 anos. Não parou nem mesmo quando estava grávida de Vittorio, seu primeiro filho. O instinto de que era a hora de dar um fim de vez foi quando o seu bebê, já com dois anos, começou a imitá-la nos gestos de fumante.

 

"Quando ele fez isso, aí pesou. Aos poucos fui pensando em como o cigarro me controlava há tanto tempo", relembrou Galisteu, que depois de uma viagem em família, acabou parando de vez com o vício: "É um alívio, uma boa sensação de liberdade, parar de fumar"