Gasolina já está abaixo dos R$ 6, segundo a ANP

Redução de 4,9% no preço da gasolina vendida pela Petrobras às refinarias começou a valer nesta semana
Redução de 4,9% no preço da gasolina vendida pela Petrobras às refinarias começou a valer nesta semana
  • ANP informa que preços da gasolina, do diesel e do etanol seguem em queda

  • Dados foram levantados em pelo menos 5 mil postos

  • Preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 6,07 para R$ 5,89, menor patamar desde 14 de agosto do ano passado

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (22) apontam que preços da gasolina, do diesel e do etanol seguem em queda.

O preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 6,07 para R$ 5,89. Esse é o menor patamar desde 14 de agosto do ano passado, quando o preço registrado foi de R$ 5,866. O valor médio do litro do diesel passou de R$ 7,48 para R$ 7,44, o que equivale a uma redução de 0,5%. Já o preço médio do etanol baixou de R$ 4,41 para R$ 4,32

Os dados foram levantados em pelo menos 5 mil postos. A ANP lembra que o valor final dos preços dos combustíveis nas bombas pode variar conforme os valores cobrados nas refinarias, os impostos e as margens de lucro de distribuidores.

Começou a valer, nesta quarta-feira (20), a redução de 4,9% no preço da gasolina vendida pela Petrobras às refinarias. A petroleira anunciou o corte ontem devido à queda na cotação do petróleo no mercado internacional.

De R$ 4,06, o litro do combustível nas refinarias passa para R$ 3,86, uma queda de R$ 0,20. Não há como prever qual será a redução nas bombas, já que o preço da gasolina vendida ao consumidor final é calculado com acréscimo de outros fatores, como tributos e margens de lucro.

O barril de petróleo tipo Brent, usado como referência pela Petrobras, teve sua primeira queda em junho desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em fevereiro. O preço ficou abaixo dos US$ 100 na semana passada, mas voltou a ser cotado perto de US$ 106 nesta terça-feira (19).

Apesar da Petrobras ser pressionada para baixar o preço da gasolina, em meio à queda no preço do barril, a cotação do dólar segue alta e volátil, o que impacta diretamente os combustíveis.

No que diz respeito ao consumidor final, antes do anúncio da redução de R$ 0,20 por parte da petroleira, a gasolina já havia ficado mais barata graças à limitação do ICMS, imposto estadual. Com isso, o preço médio do combustível fechou a semana de 16 de julho em R$ 6,07, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis).

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