"Gêmeos" do beisebol descobrem que não são irmãos em teste de DNA

Conheça a história dos dois jogadores que tem o mesmo nome, são idênticos fisicamente mas não são irmãos

Esse é um dos Brady Feigl que descobriu que o jogador com o mesmo nome e idêntico a ele, não é seu irmão. Foto: John E. Moore III/Getty Images
Esse é um dos Brady Feigl que descobriu que o jogador com o mesmo nome e idêntico a ele, não é seu irmão. Foto: John E. Moore III/Getty Images

Separados no nascimento? Se você procurar por fotos de Brady Feigl vai achar dois jogadores de beisebol dos Estados Unidos em times diferentes. A coisa fica ainda mais curiosa quando você perceber que o rosto é o mesmo, com direito a barbas e cabelos ruivos, além de terem a mesma idade: 32 anos.

Hoje, um dos Brady Feigl defende o Long Island Ducks, enquanto o outro é jogador do Las Vegas Aviators. As semelhanças não param por aí, já que os dois têm a mesma altura, 1,95 m.

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A história curiosa dos “gêmeos” do beisebol foi contada pelo jornal norte-americano New York Post. Segundo a publicação, mesmo com todas as semelhanças e coincidências, um exame de DNA mostrou que a dupla Brady Feigl não tem nenhuma ligação familiar.

A história dos dois se cruzou em 2015, quando jogavam na Minor League Baseball, liga de clubes menores dos Estados Unidos e precisaram passar, por uma mesma cirurgia no ombro.

O mesmo médico foi indicado para ambos e então eles se encontraram. O médico ficou surpreso ao perceber que um Brady Feigl chegou em seu consultório para passar pela cirurgia que outro já tinha feito seis meses antes.

Foi aí que começou uma história que aproximou os dois jogadores. Após o resultado do exame que constatou que os dois não são irmãos, eles divulgaram um breve depoimento.

“De certa forma, ainda somos irmãos” dizia a publicação.

Os Feigls podem não ser os únicos por aí que são dois estranhos idênticos - um estudo de agosto de 2022 de 32 pares por Cell Reports descobriu que pessoas que se parecem, mas não são parentes, compartilham semelhanças genéticas.

No estudo, os pesquisadores pediram aos dublês que fizessem um teste de DNA e preenchessem um questionário sobre suas vidas, segundo a CNN. Os cientistas que realizam o trabalho também colocam as imagens dos “gêmeos” em três programas diferentes de reconhecimento facial.