Geração própria de energia avança com pandemia e novo marco legal

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**ARQUIVO** RIO DE JANEIRO, RJ, 25.08.2021: Painéis solares instalados próximos ao estádio de Maracanã, no Rio de Janeiro. (Foto: Zô Guimarães/Folhapress)
**ARQUIVO** RIO DE JANEIRO, RJ, 25.08.2021: Painéis solares instalados próximos ao estádio de Maracanã, no Rio de Janeiro. (Foto: Zô Guimarães/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Projetos de geração própria de energia a partir de fontes renováveis atingiram neste ano potência acumulada de 8,1 GW, mais da metade da capacidade instalada na hidrelétrica de Itaipu, a maior do país.

Instalados em empresas e residências, esses projetos poderiam atender 12 milhões de pessoas se estivessem todos conectados à rede de distribuição, diz a Associação Brasileira de Geração Distribuída.

Os investimentos nesses projetos aumentaram por causa do alto custo da energia elétrica e da maior oferta de crédito para aquisição dos equipamentos, diz Guilherme Chrispim, presidente da associação.

O avanço do trabalho remoto durante a pandemia também contribuiu. Chrispim calcula que o desenvolvimento de um projeto residencial de energia solar custe cerca de R$ 15 mil em São Paulo.

Grandes empresas também entraram na corrida para abater tributos e fugir dos efeitos da crise hídrica. No estado de São Paulo, a capacidade de geração própria a partir de fontes limpas dobrou na pandemia.

Outro fator que deve acelerar os projetos é a expectativa criada pelo novo marco legal aprovado pelo Congresso, que amplia subsídios destinados ao setor e é alvo de críticas das distribuidoras de energia.

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