Geração Z vai impulsionar economia, mas sem consumir carne nem álcool, diz relatório

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Geração Z vai impulsionar economia, segundo relatório do Bank of America. (Foto: Getty Images)
Geração Z vai impulsionar economia, segundo relatório do Bank of America. (Foto: Getty Images)

Um novo relatório do Bank of America explica um pouco melhor como a geração de jovens nascidos entre os anos de 1996 e 2006, também conhecida como “geração Z”, deve impactar positivamente na economia, e transformar o cenário dos negócios nos próximos anos.

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A geração Z vem suceder a “geração Y”, ou “millennials”, e uma de suas mais fortes características é o nascimento em uma era com a predominância de meios digitais, a internet e smartphones, rápida comunicação e meios de consumo. Isso tudo deve impactar também a forma como eles gastam seu dinheiro, na medida em que chegam à maioridade.

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Segundo o Bank of America, a geração Z deve ultrapassar os millennials em renda já em 2031. As informações são da agência de notícias Bloomberg. A pesquisa foi realizada pelo BofA com mais de 14 mil pessoas, no último mês de agosto.

Entre as áreas que mais devem receber os recursos dessa nova geração, estão o comércio eletrônico, por conta de sua natural disposição a interagir em ambientes digitais, além do mercado de luxo, mídia e setores ligados à definição de padrões ambientais, sociais e de governança.

Mas algumas áreas devem sofrer com uma tendência natural de maior engajamento por parte desses jovens: por exemplo, o setor de carne e de bebidas alcóolicas. Segundo a pesquisa do BofA, os pesquisados demonstraram simpatia pelo vegetarianismo e pela redução no consumo de álcool.

O mesmo vale para setores conhecidos por práticas pouco sustentáveis, como a fast-fashion. Esses devem ter mais dificuldades em abocanhar o dinheiro que sairá dos bolsos da geração Z.

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