Gerson retoma versão curinga no Flamengo e lidera time em reta final do Brasileiro

Diogo Dantas
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Rogério Ceni não deve ter problemas para escalar Gerson amanhã, contra o Vasco. O jogador, substituído no segundo tempo diante do Sport por causa de dores no tornozelo, se apresentou nesta terça-feira sem nada sentir e poderá outra vez conduzir o meio-campo rubro-negro.

A subida de produção nesta reta final e a queda de desempenho por conta da sua ausência fazem de Gerson o motor propulsor da arrancada do Flamengo pelo título brasileiro, com cinco partidas pela frente. É hora do

Dos 33 jogos do Flamengo no campeonato, Gerson disputou 29. Ao lado de Willian Arão, é quem mais entrou em campo pelo time na competição. Quando ficou fora foi por suspensão ou poupado. O camisa oito é quem mais vezes foi titular na equipe, em 28 jogos.

As boas tramas e passes nas partidas contra Grêmio e Sport, principalmente, lembraram de como ter o meia em sua melhor forma física é essencial para acelerar as jogadas de ataque, sem deixar a defesa desguarnecida. Tanto que Gerson é o segundo que mais desarma no time, atrás de Filipe Luís. E o terceiro em passes certos, depois do lateral e de Willian Arão.

Contra o Sport, o Flamengo fez mais de um gol e não levou nenhum, assim como já havia acontecido diante do Palmeiras, em outra boa atuação do Rubro-Negro e de Gerson. O mapa de calor do meia demonstra suas ações entre as duas intermediárias. Ele está em todos os lugares do campo, para ditar o ritmo da equipe e começar as jogadas após roubada de bola atrás. Assim como ajudou a conduzir o Flamengo aos títulos em 2019.

Fonte: Sofascore