Gilmar Mendes manda soltar Paulo Preto horas depois de nova prisão

Paulo Preto é preso por juíza e novamente solto por Gilmar
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LETÍCIA CASADO BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes concedeu habeas corpus a Paulo Vieira, conhecido como Paulo Preto, apontado pela Lava Jato como operador do PSDB. O magistrado também concedeu habeas corpus de ofício para a filha de Vieira, Tatiana Arana de Souza Cremonini. Ex-diretor da Dersa, Paulo Preto foi preso preventivamente em 6 de abril pela Lava Jato em São Paulo. No começo de maio, Gilmar concedeu habeas corpus. Ele foi preso novamente nesta manhã e, no início da noite, o ministro voltou a decidir em favor do habeas corpus. "Do exposto, defiro o pedido de liminar para suspender a eficácia do novo decreto de prisão preventiva, expedido em 29.5.2018", escreveu o magistrado. Segundo ele, Paulo Preto "deverá ser posto em liberdade, se por algum outro motivo não estiver preso". "Comunique-se, com urgência, ao Juízo da 5ª Vara Federal Criminal da 1ª Subseção Judiciária de São Paulo/SP", escreveu o ministro. "Por fim, com relação à filha do ora paciente, também verifico assistir razão à defesa ao sustentar a presença de constrangimento ilegal a ser reparado na presente via. Reitero que as testemunhas arroladas pela acusação já foram inquiridas", afirmou. Segundo o texto, na fase atual, "dificilmente a defesa teria poder para colocar em risco a instrução criminal". "Ausente, portanto, fundamento idôneo a justificar a prisão preventiva da ré Tatiana Arana de Souza Cremonini. Desse modo, concedo habeas corpus de ofício em favor da filha do paciente, para suspender a eficácia do decreto preventivo de 29.5.2018, se por algum outro motivo não estiver presa", destacou.

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