Google processa empresa do Tinder e pode remover o app da Play Store

Tinder pode ser removido da loja virtual (Getty Image)
Tinder pode ser removido da loja virtual (Getty Image)
  • Detentora do Tinder trava batalhas judiciais contra o Google

  • Empresa não quer pagar as taxas cobradas pela loja de apps

  • Google acusa o grupo de "negócios de má fé e quebra de contrato"

Uma briga judicial pode atrapalhar a vida dos solteiros que procuram por um novo amor. O Google decidiu processa a Match Group, dona do Tinder, acusando a empresa de "negócios de má fé e quebra de contrato".

O desentendimento começou três meses atrás, quando a dona dos apps de namoro entrou com uma ação judicial contra as políticas de faturamento monopolistas da empresa de tecnologia.

Após essa disputa, o Google afirmou que a Match Group não quer pagar nada ao usar a Play Store, o que vai contra as diretrizes da loja, que cobra uma taxa de 15% no primeiro US$ 1 milhão em receita anual de aplicativos por desenvolvedores dos Estados Unidos.

A ação afirma que a recusa no pagamento "coloca o grupo em uma posição vantajosa em relação a outros desenvolvedores de aplicativos que honram seus acordos e compensam o Google de boa fé pelos benefícios que recebem". O processo pede o ressarcimento em danos monetários.

Ainda há uma requisição para remover permanentemente o aplicativo do Tinder da Play Store. Essa determinação poderia atrapalhar os planos dos mais de 75 milhões de usuários ativos na plataforma no começo de 2022.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que as empresas entram em atrito. No ano passado, a os detentores da App Store e da Play Store se juntaram para barrar um projeto que combatia taxas em lojas de aplicativos. Desde 2020 a Match Group critica as taxas cobradas.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos