'Gosto do suor, não nasci para ser socialite', diz Milton Cunha

Milton rodeado por baianas da Mangueira durante gravação na Cidade do Samba

RIO — Quem assiste às participações de Milton Cunha no "RJ1", da Globo, tem certeza de que ele é a cara da Cidade do Samba. Mas o ex-carnavalesco, que esteve 20 anos à frente de escolas como Beija-Flor, União da Ilha, Unidos da Tijuca e São Clemente, jura que passou todo esse tempo em barracões estudando para ocupar o outro lado. O que ele queria mesmo era trabalhar na TV.

No próximo fim de semana, fiel ao projeto, Cunha pisa na Sapucaí para seu oitavo ano comentando desfiles das escolas do Grupo Especial do Rio, ao lado de Fátima Bernardes e Alex Escobar.

Além dos comentários nos dois dias dos desfiles da elite do samba, ele também fará análises das agremiações da Série A. E, na Quarta de Cinzas, acompanha a apuração das notas dadas pelos jurados às escolas de samba, ao lado da jornalista Mariana Gross. Ufa! Como ele aguenta?

— Minha dieta é a do tremelique, amado. Não posso perder nada, durmo três horas por noite. Só tomo umas vitaminas, porque de vez em quando a gripe chega forte — conta Milton, dono de um guarda-roupas com mais de 500 ternos e 150 pares de sapatos.

A extravagância não é persona carnavalesca, ele diz. Virou marca do ano todo:

— Não tenho vergonha, não negocio minha felicidade, não tenho medo. E eu gosto é do suor, não nasci para ser socialite.

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