Governo alemão apela à poupança de gás

Poupar gás é o lema, na Alemanha.

Com a aproximação do tempo frio e o risco de a Rússia poder fechar a torneira em qualquer altura, o governo federal apela ao contributo de todos, especialmente aos dirigentes das cidades e municípios.

Em Hanôver, a capital da Baixa Saxónia, por exemplo, deixou de haver água quente nos edifícios públicos.

Os mais sensíveis ao frio, têm de ganhar coragem para frequentarem as piscinas da cidade.

"Eu não tomei duche. Estava demasiado fria para mim. A água no chuveiro estava mais fria do que na piscina", diz um jovem.

Um adulto afirma, por seu turno: "O luxo a que estamos habituados não é assim tão normal".

A medida reduzirá o consumo de energia em 15%, segundo o presidente da câmara. Belit Onay, que também quer estabelecer máximos de 20 graus de aquecimento para os edifícios públicos no inverno e 10 a 15 graus para armazéns e salas técnicas, diz:

"O nosso apelo é para se poupar energia onde for possível. Será necessária para o inverno e toda a gente terá de o fazer".

Por toda a Alemanha estão a ser tomadas medidas. Em Berlim, as luzes foram desligadas em 200 edifícios públicos, incluindo a Porta de Brandeburgo e a Câmara Municipal da cidade.

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