Governo australiano estima que visa de Djokovic deve ser recusado

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Advogados do governo australiano responderam aos pontos levantados pela equipe jurídica do número 1 do tênis mundial antes da audiência marcada para a madrugada de segunda-feira. O governo australiano enfatizou neste domingo (9) que Novak Djokovic "não está vacinado contra a covid-19” e por isso sua luta judicial pela permanência no país está fadada ao fracasso, às vésperas de apreciação do seu recurso na justiça.

Num documento com conclusões detalhadas em 13 páginas divulgadas neste domingo (9), antes da audiência marcada para segunda-feira (10), os advogados do governo australiano apontaram que o campeão sérvio "não foi vacinado".

Djokovic, 34, teve seu visto cancelado na chegada a Melbourne no meio da semana e desde então foi isolado em um centro para refugiados da cidade, o Park Hotel. Durante uma audiência pública agendada para segunda-feira, o juiz federal Anthony Kelly deve examinar o apelo do nº 1 mundial, que fez a viagem para participar do Aberto da Austrália, primeiro Grande Slam da temporada, que começa em 17 de janeiro.

Hostil às vacinas, Djokovic obteve a isenção da vacinação obrigatória para entrar na Austrália com base no teste positivo para a covid-19 em 16 de dezembro na Sérvia (após uma primeira contaminação em junho de 2020), de acordo com seus advogados.

Mas, de acordo com os formulários de dispensa de vacinação da Autoridade Federal Australiana, uma infecção anterior por covid-19 não é um motivo válido para não ser vacinado. Djokovic também participou de vários eventos públicos nos dias seguintes, sem usar máscara.

(Com AFP)


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