Governo Bolsonaro exige que Butantan entregue doses da CoronaVac

Redação Notícias
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An employee works on the production line of CoronaVac, Sinovac Biotech's vaccine against COVID-19 coronavirus at the Butantan biomedical production center, in Sao Paulo, Brazil, on January 14, 2021. - Sao Paulo state is due to begin immunizing its 12 million citizens from January 25. Beijing has already sent 10.7 million Coronavac doses and the supplies needed to make another 40 million doses. The health ministry, though, has yet to divulge when it will launch a nationwide immunization program. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
Dose da CoronaVac é exibida por funcionária do Instituto Butantan (NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

O Ministério da Saúde enviou um ofício ao Instituto Butantan nesta sexta (15), exigindo que o órgão entregue as 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China para que sejam distribuídas pelo país.

De acordo com o ofício assinado por Roberto Ferreira Dias, diretor do Departamento de Logística em Saúde do ministério, o pedido é urgente, já que o ministério “precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa”, de acordo com o Plano Nacional.

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A CoronaVac, em parceria do laboratório chinês SinoVac com o Butantan, foi submetida à avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso emergencial, assim como a vacina da Fiocruz em parceria com a AstraZeneca. A decisão da agência reguladora será tomada no próximo domingo (17), em transmissão ao vivo.

Em reunião com prefeitos na quinta (14), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que se os imunizantes forem aprovados, a vacinação começará na próxima quarta (20), às 10h, simultaneamente em todas as capitais do país.