Governo de São Paulo oferece até R$ 50 mil por pistas que levem à PM desaparecida

Arquivo pessoal

A Secretaria de Segurança Pública está oferecendo até R$ 50 mil por informações que ajudem a localizar a policial militar Juliane dos Santos Duarte, de 27 anos, desaparecida desde a madrugada de quinta-feira (2), na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo.

As denúncias poderão ser feitas de três formas. Em todas elas, o sigilo de identidade é garantido:

  • Diretamente à autoridade policial competente por qualquer meio idôneo, como e-mail, carta, telefone e/ou pessoalmente;
  • Via Disque Denúncia, pelo telefone 181;
  • Por meio do acesso ao Web Denúncia, que conta com dupla criptografia de dados para proteger o anonimato do denunciante. Ao final do processo recebe um número de protocolo e uma senha para acompanhar anonimamente o andamento da denúncia. Por meio de um número de cartão bancário virtual, possibilita ao denunciante fazer o resgate total ou parcial da recompensa em qualquer caixa do Banco do Brasil.

Entenda o caso

A policial estava em seu primeiro dia de férias e foi à comunidade para visitar um casal de amigos. Por volta de meia-noite, acompanhou um grupo de moças com quem havia acabado de firmar amizade para continuar a beber.

Elas estavam num bar quando teria escutado alguém reclamar do sumiço de um aparelho celular. Neste momento, Juliana teria sacado sua arma, afirmando ser policial e exigiu que o aparelho fosse devolvido. 

Instantes depois, segundo as testemunhas, quatro suspeitos entraram no comércio e levaram Juliane para fora de lá. Dois tiros foram ouvidos.

A moto usada por Juliane para ir à favela também desapareceu. O veículo foi encontrado somente na tarde da última sexta (3), em Alto de Pinheiros, a cerca de dez quilômetros de distância do bar onde a policial foi raptada.

A Polícia Civil trabalha com a possibilidade “remota” de que Juliane seja mantida como refém, em algum cativeiro, por criminosos.

Também não é descartada a possibilidade de que ela tenha sido morta. Por hora, o caso está registrado como desaparecimento.