Governo dos EUA vai pagar construção de hospital de campanha no Maranhão

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SAO GONCALO, BRAZIL - MAY 26: Members of a cleaning crew sweep the Sao Goncalo Field Hospital on May 26, 2020 in Sao Goncalo, Brazil. The Sao Goncalo Field Hospital is the second of its kind to be delivered in Rio de Janeiro. With 200 beds, 80 of them intensive care units and 50 respirators, the hospital will begin receiving coronavirus (COVID-19) patients on Wednesday (27). According to the Brazilian Health Ministry, Brazil has over 390,000 positive cases of coronavirus (COVID-19) and more than 24,500 deaths. (Photo by Luis Alvarenga/Getty Images)
Funcionários limpam hospital de campanha em São Gonçalo, no Rio

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Departamento de Defesa do governo dos Estados Unidos vai custear a construção de um hospital de campanha para o combate ao novo coronavírus em Bacabal, cidade a 240 km de São Luís, no Maranhão.

Segundo ofício do cônsul-geral do país norte-americano John M. Barrett ao governo Flávio Dino (PC do B), o hospital terá 40 leitos e "contará com qualidade semelhante à dos hospitais de campanha utilizados em nível doméstico e internacional pelos Estados Unidos".

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O governo norte-americano contribuirá com macas, ar-condicionado e geradores, que têm chegada prevista para agosto.

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Além da estrutura, o governo dos EUA já doou equipamentos de proteção individual e cestas básicas para a administração do Maranhão.

Os insumos e os profissionais do hospital serão fornecidos pelo governo do Maranhão, que solicitou a doação ao governo norte-americano por meio de sua secretaria de Indústria, Comércio e Energia.

"Bacabal é uma região central, precisamos de reforços para a cidade e para a região. Com a dificuldade econômica do Maranhão, que já existia, é difícil combater um inimigo invisível. Precisamos da ajuda de todos. Sendo os Estados Unidos, a gente agradece muito, já que não temos muita ajuda do governo federal", diz Simplício Araújo, secretário de Indústria do Maranhão.

Ele diz que tem recebido provocações de bolsonaristas, que apontam que o governo de esquerda foi buscar apoio dos Estados Unidos.

"Digo para eles que aprendi na China que não importa a cor do gato, o importante é que mate o rato", afirma, aos risos.

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