Governo federal troca comando do INSS, que tem quase 2 milhões na fila à esperada por benefícios

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BRASÍLIA — O governo federal fez nesta sexta-feira uma mudança no comando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O presidente do órgão, Leonardo Rolim, foi exonerado do cargo para comandar a Secretaria de Previdência do Ministério do Trabalho e Previdência. Rolim será substituído por José Carlos Oliveira.

Na Secretaria de Previdência, Rolim substituirá Narlon Gutierre, exonerado nesta sexta-feira. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

A gestão do INSS é um dos pontos frágeis do governo. Em julho, último mês com dados disponíveis, havia uma fila de 1,8 milhão de pessoas aguardando benefícios. Acabar com essa espera é uma promessa do governo, que nunca foi cumprida.

Em julho, o governo decidiu desmembrar o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, e recriou a para de Trabalho e Previdência, que está sob a tutela de Onyx Lorenzoni. Ele assumiu prometendo novamente zerar a fila.

Lorenzoni chegou a anunciar que chamaria centenas de funcionários da Infraero — estatal que controla aeroportos, hoje quase totalmente privatizados — para atuarem no INSS. Mas até hoje, quase quatro meses depois, não houve ainda este mutirão.

Rolim já comandou a Secretaria de Previdência no início do governo do presidente Jair Bolsonaro. Ele deixou o cargo em janeiro de 2020, justamente para assumir o INSS. Ele foi substituído por Gutierre, que era scretário-adjunto.

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