Governo gasta R$ 542 mil para receber "Bolsonaro" da Guiné Bissau

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O presidente Jair Bolsonaro com Umaro Sissoco Embaló, presidente da Guiné-Bissau, em Brasília - Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro com Umaro Sissoco Embaló, presidente da Guiné-Bissau, em Brasília - Alan Santos/PR
  • A aeronave que caiu com a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas não tem caixa-preta

  • A informação é do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos

  • Marília morreu aos 26 anos e estava a caminho de um show em Piedade de Caratinga (MG)

O governo federal desembolsou R$ 542.386,48 para receber o presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, definido como "Bolsonaro da África" pelo próprio presidente brasileiro. A oposição acusa o líder de extrema-direita de tentar implementar uma ditadura no país.

Jair Bolsonaro (sem partido) recebeu Embaló em 24 de agosto. Ele teve direito a um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para buscá-lo em seu país. As informações sobre os valores utilizados, publicadas pelo jornal O Globo, foram solicitadas pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO), após requerimento de informação.

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"Enquanto brasileiros lutam contra a inflação e a fome, Bolsonaro esbanja com o dinheiro público, o seu dinheiro, para fazer média com presidente de ultradireita", escreveu o parlamentar em sua rede social.

Segundo o Ministério da Defesa, o Brasil gastou R$ 513.376,22 somente com o custo logístico da missão diplomática (sem detalhar a despesa). Também foram desembolados R$ 12.352,91 em diárias, R$ 9.351,20 em taxa de aeroporto e R$ 7.306,15 com passagens aéreas.

Ao anunciar a visita de Embaló, Bolsonaro não se lembrou do nome de seu convidado ou do país governado por ele. "Eu vou receber, final de setembro se eu não me engano. Lá da África, qual o país da África? Eu conversei com ele", disse o presidente a apoiadores.

"Ele é conhecido como Bolsonaro da África. Ele por acaso é general de Exército", afirmou. A conversa por telefone com o líder da Guiné Bissau não constou da agenda oficial.

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