Governo inclui Eletrobras em programa de privatização e prevê finalizar o processo em fevereiro de 2022

Gabriel Shinohara e Manoel Ventura
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BRASÍLIA — O governo deu o primeiro passo para a privatização da Eletrobras nesta terça-feira ao incluí-la no Programa Nacional de Desestatização (PND). A expectativa é que todo o processo esteja finalizado fevereiro de 2020.

O anúncio foi feito após reunião do Programa de Parceira de Investimentos (PPI), que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Economia, Paulo Guedes, e de outros membros do governo.

Essa é apenas a primeira fase do processo de privatização da estatal, que ainda precisa que o Congresso Nacional aprove a Medida Provisória (MP) enviada pelo governo no fim de fevereiro. Caso isso não aconteça, a inclusão da Eletrobras no PND perderá eficácia, alerta o governo.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) ressaltou que o objetivo da privatização é aumentar a capacidade de investimento da empresa, "gerando mais emprego e renda para o país”.

Além disso, a pasta também ressaltou que o projeto de privatização vai trazer mais competitividade para a empresa e possibilitar a ampliação de investimentos em energia renovável.

“Cabe destacar que a modelagem tem foco o aumento dos investimentos, contribuindo para a expansão do setor elétrico, gerando emprego e renda, e o atendimento aos interesses do consumidor de energia elétrica brasileiro”.