Governo planeja reforma de até R$ 1,6 milhão no Palácio do Planalto

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BRASÍLIA — O governo federal planeja realizar uma reforma no quarto andar do Palácio do Planalto. O objetivo é criar novas salas, que seriam utilizadas pelos ministérios localizados no Planalto. O valor máximo aceito na reforma será de R$ 1,6 milhão, mas as empresas interessadas podem apresentar ofertas menores. A reforma ocorre em um momento em que o governo federal sofre com falta de recursos.

O aviso de licitação foi publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU). A obra, que está sendo planejada há mais de um ano, recebeu aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já que o Planalto é tombado.

De acordo com o edital, serão criadas oito novas salas, destinadas aos quatro ministérios que ficam na sede da Presidência: Casa Civil, Secretaria de Governo, Secretaria-Geral e Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Atualmente, o quarto andar tem um amplo hall de espera, com vista para a Praça dos Três Poderes. A reforma diminuirá esse hall, mas não o eliminará. O gabinete presidencial fica no terceiro andar.

"A necessidade de criação de novas salas de trabalho decorre das recentes alterações administrativas, que ocasionaram aumento da força de trabalho sediada no Palácio do Planalto. Assim, o aumento da área de trabalho torna-se imperativa, tendo em vista a necessidade de abrigar novas estruturas administrativas no Palácio do Planalto", diz o edital.

O Palácio do Planalto foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ente 2009 e 2010 o prédio passou por uma reforma, feita pelo escritório de Niemeyer.

Em parecer apresentado em janeiro, o Iphan autorizou a obra, mas alertou para a "importância de se tomar todos os cuidados na execução da intervenção de modo a não causar danos à estrutura, às esquadrias da fachada voltada para a Praça dos Três Poderes e aos materiais existentes que serão mantidos".

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