Grécia defende certificado de vacinação europeu

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Membro da equipe médica (esq.) recebe dose da vacina da Pfizer/BioNTech contra covid-19 no hospital AHEPA, em Tessalônica, em 29 de dezembro de 2020

O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, pediu nesta terça-feira (12) à União Europeia (UE) que adote um certificado de vacinação comum para impulsionar a indústria do turismo, afetada pela pandemia.

"As pessoas vacinadas [contra o coronavírus] devem poder viajar livremente", disse Kyriakos Mitsotakis em uma carta dirigida à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e publicada pelos serviços do primeiro-ministro.

"É urgente elaborar um acordo comum sobre a criação de um certificado de vacinação que seja aceito por todos os países-membros", escreveu Mitsotakis, destacando que "um certificado comum será a prova de que uma pessoa foi vacinada com sucesso".

O confinamento adotado na maioria dos países-membros da UE para conter a pandemia às vezes é acompanhada de uma série de medidas para a entrada de viajantes.

Essas medidas vão da obrigação de viajar com exame negativo até a imposição de uma quarentena de vários dias antes de receber autorização para circular livremente no país visitado.

A economia grega, que depende da indústria do turismo, foi duramente atingida pela pandemia, mesmo após a reabertura de seus aeroportos, em julho.

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