Gracyanne Barbosa elege biquíni de fita para o Verão: “Marquinha perfeita”

Gracyanne Barbosa com biquíni de animal print (reprodução / instagram @graoficial)

Gracyanne Barbosa revelou aos seguidores do Instagram qual é o modelo de biquíni que ela mais gosta. Na sequência de vídeos publicados nos stories ela explica sobre o resultado.

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“Prefiro o biquíni de fita para ficar com a marquinha bem perfeita. Em cima é cortininha. Eu escolho o top G e calcinha M", disse ao mostrar o bronzeado em dia e marquinha de sol conquistada com a peça. A influencer ainda mostrou a enteada e a neta na piscina da casa em que vive com o cantor Belo, no Rio de Janeiro.

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Rainha de bateria da União da Ilha, a digital influencer compareceu ao ensaio de rua da escola nesta quarta-feira (15) e sambou muito ao som da bateria que representa. Há cerca de 35 dias do desfile na Marquês de Sapucaí ela escolheu um short curto e um top com pedrarias para a ocasião.

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    Sem dinheiro para salários e 13º, governo Zema quer reajuste de 42% para segurança pública

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Em meio a uma das piores crises fiscais do país, com o 13º atrasado para boa parte do funcionalismo e salários parcelados desde 2016, o governo Romeu Zema (Novo) está em vias de aprovar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais um projeto que prevê reajuste de 41,74% para servidores da segurança pública. O valor corresponde à recomposição das perdas salariais da categoria. A proposta enviada pelo Executivo prevê que o reajuste seja feito de forma escalonada, em três anos. O primeiro reajuste, de 13%, seria em julho deste ano, seguido de 12% em setembro de 2021 e mais 12% em setembro de 2022. A gestão Zema calcula que o reajuste tenha impacto de mais de R$ 9 bilhões nas contas públicas --R$ 1,1 bilhão em 2020, R$ 2,85 bi em 2021 e R$ 5,06 bi em 2022. O projeto foi aprovado em primeiro turno na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, por 60 votos a 2. Os dois únicos votos contrários foram de deputados do Novo, partido do governador - a legenda tem três parlamentares.  Construído ao longo de um ano de negociação com Zema, o projeto, segundo o vice-líder do governo, Guilherme da Cunha, foi fruto de forte pressão da categoria sobre o Executivo. Ele foi um dos que votou contra o projeto.  "Quando a gente recupera as notícias do período, a gente vê que foi uma negociação com intensa ameaça de greve, de paralisações que seriam ilegais e que colocariam em risco toda Minas Gerais", afirma ele. "Acredito que o governador, pressionado por essa situação, acabou optando pelo que, diante das opções dele, parecia o menos pior." Outro voto contrário, o deputado Bartô, diz que Zema rompeu com ele no ano passado. "Eu não tenho reuniões com o governador. Simplesmente, não tenho. Foi uma medida que o governo decidiu assim e a gente acata." Se declarando independente, ainda que dentro do partido, Bartô diz que o voto contra o projeto foi coerente com sua posição em outras votações que propunham aumentos para outras categorias. "O aumento para a segurança pública custará em torno de R$ 5,8 bilhões anualmente. O ICMS da gasolina está em torno disso. A gente poderia estar ajudando 21 milhões de mineiros, ao invés de estar privilegiando uma classe", defende ele. O projeto do Executivo não diz de onde virá o dinheiro para cobrir a despesa extra. No ano passado, foi aprovado projeto para antecipar os recebíveis do nióbio --em torno de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões-- para quitar o pagamento do 13º do funcionalismo. Como a operação ainda não foi concretizada, o benefício segue atrasado para boa parte dos servidores. Entre os professores do Estado, 30% da categoria, quem recebe acima de R$ 2.500, ainda não recebeu o salário. Parte da categoria entrou em greve na semana passada, reivindicando cumprimento do piso nacional e recomposição salarial. Em janeiro, uma nota técnica da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão alegava que o reajuste não poderia ser concedido pelo cenário de crise, observando a lei de responsabilidade fiscal. O texto diz que "a grave crise fiscal pela qual passa o estado de Minas Gerais e o contexto de vedações impostas pela LRF impedem, no atual momento, o envio de projetos de lei que autorizem a concessão de reajustes salariais". Em seu perfil no Twitter, o governador Romeu Zema pediu sacrifício para a educação e disse lamentar a greve. Ele defendeu o reajuste para a segurança alegando que outras categorias tiveram aumento nos últimos anos e citando que houve queda de 53% nos crimes em Minas. "O governador sinalizou à sociedade mineira, à sociedade brasileira, que o governo saiu da crise ao enviar esse projeto de política remuneratória. Superada a crise, então vamos cuidar de todo o funcionalismo. É o que estamos fazendo, cuidando da parcela que o governador excluiu", diz a deputada Beatriz Cerqueira (PT), ex-coordenadora do sindicato dos professores estaduais (Sind-UTE). Logo depois da aprovação do projeto, deputados votaram uma emenda suprapartidária para abarcar todas as categorias no projeto de Zema, na comissão de fiscalização financeira e orçamentária. Ela prevê que os reajustes ocorram para todos os servidores, seguindo percentuais previstos para os respectivos planos de carreira. Servidores de categorias que ficaram de fora e deputados da oposição disseram que o governo criou uma situação que tensionou a relação entre as categorias, ao conceder o reajuste só para uma classe.  "O governo precisa se entender melhor, não pode fazer discurso de quebradeira para uma parte do funcionalismo e para outra parte ter condições de fazer política", diz a coordenadora do sindicato dos professores, Denise Romano. "O processo com nossa categoria e nossa indignação não começou ontem. Vamos lembrar que já estamos sofrendo com parcelamento e que a educação recebe salários inferiores, temos ainda a novela do 13º salário."  Um levantamento feito pelo economista Thales Nogueira, usando dados do Portal da Transparência de MG, aponta que, dos 346 mil servidores do estado, mais de 43 mil são da polícia militar. A categoria representa 51,3% dos servidores que ganham entre 8 e 16 salários mínimos e 31,3% dos que ganham acima dessa faixa.  Em comparação, 92% dos servidores da educação estão concentrados na faixa salarial mais baixa, que recebe até quatro salários mínimos.  Outros deputados que defendem a categoria da segurança pública acusaram sindicatos de estarem se aproveitando de uma negociação que foi construída ao longo de um ano e criticaram a emenda. "A emenda é ilegal, é inconstitucional, imoral, está sendo usada pelo PT, pelo Sind-UTE, pelos deputados que defendem isso, para enganar professores e demais segmentos. Porque eles sabem que se aprovada aqui e se chegar até o governador, legalmente, ele tem que vetar. Se cair o veto, ele tem que ir à Justiça", afirmou o deputado Coronel Sandro (PSL).  O projeto do governo ainda irá para segundo turno na Assembleia, para só então ir para sanção de Zema. Por meio de nota, o Executivo diz que reconhece o pleito de outras categorias, mas que a severa crise financeira impossibilita que a recomposição seja estendida a todas elas. "O governo se compromete a manter o diálogo com todas as categorias. Tão logo seja solucionada a crise estrutural das contas públicas, será possível discutir novas recomposições."

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    Todo o mundo gostaria que Haddad fosse candidato a prefeito de SP, diz Lula

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta terça-feira (18), que, se o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad quiser entrar na disputa pela capital paulista neste ano, ele será o candidato do PT.  Lula afirmou que o PT terá candidato à Prefeitura de São Paulo e que "todo o mundo" quer Haddad na disputa. O ex-prefeito, porém, resiste. O ex-presidente lembrou que há um processo de prévias do PT em curso para escolher quem será o candidato à cadeira hoje ocupada por Bruno Covas (PSDB), mas indicou que os nomes que concorrem ao posto abririam mão da disputa por Haddad.  "O dia que o Haddad decidir que quer ser candidato, ele será o candidato. Todo o mundo que disputa, na verdade, gostaria que o Haddad fosse candidato, mas é uma coisa que temos que respeitar a decisão dele de querer ser ou não", afirmou. Em reunião com as bancadas do PT no Senado e na Câmara dos Deputados, Lula ressaltou que Haddad tem um papel relevante no cenário nacional e disse querer o ex-prefeito viajando pelo país e participando de debates.  Haddad, por sua vez, nega ter a intenção de disputar. "Tem sete pré-candidatos, cheio de gente querendo ser prefeito", brincou o ex-candidato à Presidência pelo PT em 2018.  Em seguida, ele lembrou que não participa do processo interno de escolha do postulante. "Quem queria ser candidato se inscreveu na prévia. Eu me inscrevi na prévia? Quando eu quis, eu me inscrevi", disse. No fim de semana, ao participar de bloco de Carnaval em São Paulo, Haddad já havia reiterado a posição de não entrar na disputa. Na ocasião, porém, negou haver pressão interna em prol de sua candidatura. "É uma pressão via mídia, não é real. Não me ligam para falar sobre isso", afirmou. Na ida a Brasília, Lula ainda indicou que apoiará o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) na disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro.  "No Rio de Janeiro, já tem uma cultura estabelecida no PT do Rio que é o apoio ao Freixo. Tem uma coisa consolidada e é assim que a gente vai tocando o barco", disse o ex-presidente. No início do mês, o PT aprovou uma resolução listando PC do B, PSOL, PDT, PSB, Rede, PCO e UP como parceiros preferenciais na busca por alianças em âmbito municipal. Como mostrou a Folha de S.Paulo, a situação em São Paulo está embolada não só para o partido de Lula e Haddad, mas também para os campos políticos que orbitam em torno do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do governador João Doria (PSDB). A menos de oito meses da eleição municipal, poucos partidos anunciaram seus candidatos para o pleito de outubro. Alas petistas que defendem uma chapa encabeçada por Haddad temem um resultado pífio se a legenda for às urnas com o inscrito nas prévias escolhido pelos filiados. O ex-prefeito seria, na visão de seus aliados, o único com alguma chance de chegar ao segundo turno. A votação dos militantes está marcada para 22 de março. Os pré-candidatos estão participando de debates em diferentes regiões da cidade e tentando reunir apoios. Estão inscritos: os deputados federais Carlos Zarattini, Paulo Teixeira e Alexandre Padilha, o vereador Eduardo Suplicy, o ex-deputado Jilmar Tatto, o ex-vereador Nabil Bonduki e a militante do movimento negro Kika Silva.  Jilmar é quem mais mobiliza a máquina interna do partido e é considerado favorito, mas não conta com o aval de boa parte da elite petista. Seu nome gera também pouca empolgação na militância. O PT tem ainda uma carta na manga: Marta Suplicy (sem partido) indica que pode formar chapa com Haddad, o que também eleva a pressão sobre ele. Marta tem dialogado com partidos para decidir uma filiação, com a condição de que possa negociar a vaga de vice na campanha do ex-prefeito. PT NA ELEIÇÃO EM SP Pré-candidatos inscritos nas prévias Kika Silva, militante do movimento negro Carlos Zarattini, deputado federal Paulo Teixeira, deputado federal Alexandre Padilha, deputado federal Jilmar Tatto, ex-deputado Eduardo Suplicy, vereador Nabil Bonduki, ex-vereador 15.mar data marcada para as prévias do PT 5.ago último dia para que as convenções partidárias escolham os candidatos a prefeito

  • Covas é internado para definir nova etapa de tratamento contra o câncer
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    Covas é internado para definir nova etapa de tratamento contra o câncer

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), voltou a ser internado na noite desta terça-feira (18) no Hospital Sírio-Libanês, na região da Bela Vista, no centro da capital paulista. O tucano faz tratamento contra um câncer na região do estômago, descoberto em outubro do ano passado. Covas foi internado para realização de exames que vão definir a nova fase de seu tratamento, depois de passar por oito sessões de quimioterapia -a última foi no último dia 6. Segundo apurou a reportagem, com a avaliação, os médicos deverão decidir se Covas será submetido a mais sessões de quimioterapia ou terá de passar por cirurgia.  O prefeito agendou três compromissos nesta quarta, a partir das 15h, no próprio hospital -serão três despachos com secretários. A assessoria do tucano não informou quando é a previsão de alta. Covas teve diagnosticado um tumor no trato digestivo em exames realizados no fim de outubro de 2019 no próprio hospital da Bela Vista. Em 19 de outubro, Covas sentiu-se mal e procurou o Hospital Albert Einstein (zona sul de São Paulo), onde foi diagnosticada uma erisipela (infecção de pele), e ele começou a tomar antibióticos. Quatro dias depois, o prefeito deu entrada no Sírio-Libanês e ficou internado. Na sequência, foi diagnosticada uma trombose das veias fibulares e, posteriormente, o câncer.  O prefeito retornou ao seu gabinete na prefeitura em 18 de novembro e passou a realizar as sessões periódicas de quimioterapia, mantendo agendas no próprio hospital.

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  • Alcolumbre reage contra ataques a vídeo em que dança ao lado do pai
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    Alcolumbre reage contra ataques a vídeo em que dança ao lado do pai

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reagiu na noite de segunda-feira (17) à divulgação acompanhada de ofensas de um vídeo em que aparece dançando Carnaval de rua com o pai. O vídeo é compartilhado nas redes sociais por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro com mensagens homofóbicas. "Uma crescente onda de intolerância, preconceito e desrespeito toma conta das redes sociais", escreveu. "É inacreditável que algumas pessoas sejam tão desrespeitosas que se sintam no direito de agredirem, sem mais nem menos, a imagem de um pai feliz em um momento de descontração com o filho". Em sua reação, o presidente do Senado disse que o mundo não precisa das ofensas nas redes sociais e prometeu a busca pelo Congresso Nacional de caminhos para a criminalização dos atos de ódio e intolerância.  Em nota divulgada pelo Senado, Alcolumbre afirmou considerar um avanço o marco civil da internet, aprovado em 2014 pelo Congresso, mas que é preciso continuar trabalhando para combater a intolerância no meio virtual.  Para ele, todos perdem quando um "pequeno grupo" acredita seguir impune para atacar e ofender. A reação do presidente do Senado foi interpretada por bolsonaristas como uma ameaça de censura na internet.  Alcolumbre disse sentir a obrigação de defender o pai, o mecânico José Tobelem, conhecido como Samuca.  O vídeo dançando Carnaval foi publicado pelo próprio presidente do Senado em uma rede social, no sábado (15), como uma lembrança do Carnaval do ano passado no Amapá. No texto que acompanha as imagens, Alcolumbre afirma que seu pai é o seu amor de todos os carnavais. "Te amo, pai!", escreveu.  Segundo ele, após a publicação, o vídeo foi editado e compartilhado com mensagens ofensivas.  Entre os bolsonaristas que divulgaram os ataques ao presidente do Senado está Allan dos Santos, do canal Terça Livre. "Que encouchada (sic) é essa? A coisa tá animada, hein!", escreveu. O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente e conhecido por comandar influenciadores digitais conservadores, não divulgou o vídeo, mas compartilhou mensagem em que um internauta rebate Alcolumbre dizendo que Bolsonaro "sofre com isso a (sic) mais de 5 anos" e não pensou em criminalizar a situação. Na semana passada, o coletivo Jornalistas Contra o Assédio lançou um abaixo-assinado para pedir ao Twitter explicações sobre o que a plataforma "entende por discurso de ódio". O principal motivo foram postagens que difamam a repórter da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello. O coletivo cobrou a exclusão das postagens ofensivas.

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    Sem orçamento para salários até o fim do ano, universidades estão impedidas de repor vagas

    Ofício do Ministério da Educação cita orçamento menor do que 2019 e indica que instituições devem 'abster-se' de realizar aumento de despesas com pessoal

  • Tensão entre Rússia e Turquia sobe de tom por ofensiva na Síria
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    Tensão entre Rússia e Turquia sobe de tom por ofensiva na Síria

    O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, anunciou nesta quarta-feira (19) uma ofensiva militar de forma "iminente" em Idlib, noroeste da Síria, mas a Rússia lançou uma advertência contra estas pretensões.

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