Gregório Duvivier fala do trabalho ao lado de cineasta morto no Centro do Rio: 'Menino-prodígio do audiovisual'

Rafael Nascimento
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Christian Rodrigues
Christian Rodrigues

RIO — Gregório Duvivier lamentou a morte do cineasta Cadu Barcellos. Aos 34 anos, ele morreu após ser esfaqueado no Centro do Rio, na madrugada desta quarta-feira. Gregório se referiu ao amigo e também parceiro de trabalho como "Menino-prodígio do audiovisual".

Dentre os pontos destacados pelo apresentador do "Greg News" sobre o cineasta, está o bom humor durante as reuniões: "Cadu, alegria de todos os zooms, toda vez que abria o microfone era para fazer a gente rir. Não sei como fizemos três temporadas sem você, e não sei como vamos fazer daqui pra frente. Nada mais faz sentido", lamentou Gregório, por meio de seu Instagram.

"Menino-prodígio do audiovisual, gigante em todos os sentidos, quase dois metros de amor, criatividade, humor, e zoeira. Todo o set se enchia de graça - mesmo nesse terreno árido da videochamada, onde ele aparecia frequentemente com o Bernardo a tiracolo, fazendo a gente gargalhar. Cadu morreu ontem, vítima do que parece ter sido um assalto. Nunca vamos esquecer do seu sorriso", concluiu o apresentador.

Entre as obras de destaque de Cadu, está a participação no longa “Cinco vezes favela – Agora por nós mesmos”, de 2010, produzido por Cacá Diegues e Renata Almeida Magalhães, com o episódio "Deixa voar".

O crime aconteceu na Avenida Presidente Vargas, esquina com a Rua Uruguaiana. Ele estava no local após deixar a Pedra do Sal, no Santo Cristo, com uma amiga, que seguia para a Zona Sul em um carro de aplicativo. O cineasta foi esfaqueado por volta das 3h30 em uma suposta tentativa de assalto. Ele chegou a ser visto gritando por socorro, mas não resistiu, tendo morrido após caminhar alguns metros e cair