Grupo da PGR avalia acionar cooperação internacional para obter celular de Anderson Torres

***ARQUIVO***BRASILIA, DF,  BRASIL,  19-10-2021, 12h00: O ministro da Justiça Anderson Torres. O presidente Jair Bolsonaro recebe o presidente da Colômbia Iván Duque, em visita oficial, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER) ORG XMIT: AGEN2110191346307485
***ARQUIVO***BRASILIA, DF, BRASIL, 19-10-2021, 12h00: O ministro da Justiça Anderson Torres. O presidente Jair Bolsonaro recebe o presidente da Colômbia Iván Duque, em visita oficial, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER) ORG XMIT: AGEN2110191346307485

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Integrantes do grupo da PGR (Procuradoria-Geral da República) criado após os atos golpistas não descartam acionar cooperação internacional para obter o celular do ex-ministro Anderson Torres.

Quando se entregou à polícia, ele não portava o aparelho. Os investigadores apostam em recuperar os dados pela nuvem ou de forma remota. Torres atuou como secretário de Segurança do Distrito Federal durante a tentativa de golpe de 8 de janeiro. Ele estava em Orlando (Flórida) enquanto ocorriam os atos de vandalismo.

Em depoimento à Polícia Federal na última quarta-feira (18), Anderson Torres se manteve em silêncio. Uma nova tentativa será feita nesta segunda-feira (23), às 10h30. Ele está preso desde o dia 14 numa unidade da Polícia Militar do DF.