Grupo jurídico diz que conclusão de que crime contra petista não foi político é disparate

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O grupo jurídico Prerrogativas emitiu nota nesta sexta-feira (15) com críticas à conclusão da Polícia Civil do Paraná de que o assassinato do petista Marcelo Arruda por um militante bolsonarista não teve fundo político.

"Uma festa familiar e privada foi interrompida por um invasor armado, que entrou desferindo tiros e matou o aniversariante, um homem que comemorava seus 50 anos, em uma festa marcada pela modéstia e pelo tema: o PT e o presidente Lula. Foi esse o único motivo da invasão", diz o grupo, em referência ao crime ocorrido em Foz do Iguaçu (PR), no sábado (9).

O grupo, formado por advogados e profissionais do Direito, decidiu enviar um de seus coordenadores, Fabiano Silva dos Santos, à cidade onde o crime ocorreu, para dar assistência à família de Arruda.

"Num caso já elucidado, em que havia filmagens do local, todo o iter criminis detalhado pelas câmeras, com a identidade do invasor previamente estabelecida, com a causa da morte devidamente certificada, com a oitiva das poucas testemunhas que estavam no local e, pois, foram de imediata localização, conseguiu a Polícia Civil do Paraná concluir um disparate: trata-se de homicídio por motivo torpe, sem motivação política. Não é isso o que se espera de uma instituição de Estado", afirma o grupo.

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