Grupos especializados do MP-RJ passam por reestruturação, como os responsáveis pelos casos Marielle e da rachadinha na Alerj

Chico Otavio
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MP-RJ / Divulgação

RIO — Criados para apoiar os promotores fluminenses em casos mais sensíveis, os nove grupos de atuação especializada do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) passam por um processo de reestruturação e enxugamento. Por iniciativa do procurador-geral de Justiça do Rio, Luciano Mattos, inquéritos e ações em andamento nos grupos, como os casos Marielle e da rachadinha na Assembleia Legislativa, serão devolvidos às promotorias de origem para novo pedido de renovação. No retorno aos grupos, cada caso será avaliado para verificar a procedência do auxílio, antes de ser aceito novamente.

O MP-RJ tem hoje grupos especiais para apoiar promotores nas áreas de segurança pública, meio ambiente e combate ao crime organizado, à corrupção e à sonegação fiscal, entre outros temas estratégicos. Para reestruturá-los, Luciano Mattos criou uma comissão provisória que faz o levantamento do acervo de cada grupo antes de definir o tamanho de cada um. As ações, garante o MP-RJ, não estão paradas durante o processo.