'Guardiões do Crivella' custaram quase R$ 2 milhões aos cofres da prefeitura do Rio

Luiz Ernesto Magalhães
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RIO — A prefeitura do Rio gastou quase R$ 2 milhões desde 2017 para pagar a 15 assessores indicados para fazer parte dos "Guardiões do Crivella". O levantamento foi concluído pelo secretário municipal de Integridade e Governo, Marcelo Calero, e integrará a peça da investigação aberta pelo prefeito Eduardo Paes para investigar prejuízos causados pelo grupo aos cofres públicos. Eles formavam uma espécie de claque para aplaudir o ex-prefeito em eventos e interferir no andamento de reportagens desfavoráveis à rede pública de Saúde.

Os funcionários eram lotados no gabinete do prefeito, na Comlurb e até trabalhavam como suplentes em Jaris — para julgar recursos de multas de trânsito. O grupo só foi exonerado dia 1 de janeiro, quando Paes assumiu a prefeitura. Neste cálculo não estão incluídos gastos adicionais, como encargos previdenciários.