Gucci aceitará pagamento em criptomoedas

People shop at Gucci fashion store in Avenue Montaigne Paris, France. Avenue Montaigne is one of most upscale fashion shopping streets in Europe.
A grife adotou mais um meio de pagamento para vender produtos de luxo (Getty Image)
  • Itens da Gucci poderão ser comprados com diferentes moedas cripto

  • Novidade estará disponível em lojas de Nova York, Los Angeles, Miami, Atlanta e Las Vegas

  • Essa não é a primeira vez que a grife aposta em ações voltadas para o metaverso

Entusiastas de ativos cripto agora poderão usar itens de luxo da Gucci com pagamento facilitado. Ainda este mês a marca aceitará pagamentos em bitcoin e outras criptos em lojas dos Estados Unidos, de acordo com um comunicado divulgado pelo site Bloomberg.

Os cliente poderão usar tokens para pagar as compras nas lojas de Nova York, Los Angeles, Miami, Atlanta e Las Vegas. A marca indica que até o fim do verão, todas as lojas nos Estados Unidos devem aceitas as criptos como meios de pagamento.

“Existem cada vez mais ‘segundos mundos’, em que você pode se expressar, mas há provavelmente uma subestimação do valor atribuído a indivíduos que queiram se expressar em um mundo virtual com um produto virtual, por meio de uma persona virtual”, afirmou o diretor de marketing da Gucci, Robert Triefus.

Inicialmente, as criptomoedas aceitas pela grife serão bitcoin (BTC), bitcoin cash (BCH), ethereum (ETH), wrapped bitcoin (WBTC), litecoin (LTC), dogecoin (DOGE), shiba inu (SHIB) e cinco stablecoins lastreadas ao dólar.

Para realizar a transação, a Gucci disponibilizará um QR Code enviado ao cliente por e-mail, o que possibilitará que conecte a carteira e faça o pagamento.

Essa não é a primeira investida da companhia no metaverso

A grife já investiu antes no mundo cripto e de games em blockchain. A empresa tem uma equipe específica para iniciativas com foco em Web 3.0 e já teve mais de 19 milhões de visitantes em Gucci Garden, o jogo criado no metaverso Roblox.

Além disso, a Gucci também criou diversas “skins”, que mudam a aparência de um avatar em games, como Animal Crossing e Pokémon Go.

“Sabemos que as pessoas estão dispostas a pagar um bom valor por NFTs, colecionáveis digitais e para terem uma segunda vida no metaverso”, afirmou Triefus. “Então, o potencial de receita está totalmente ali. É preciso entender como promover a experiência como se fosse no mundo real, e garantir que a experiência está proporcionando o que o cliente esperaria daquela marca”.

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