Guedes afirma que 'parece ter amansado tudo' sobre crise de bancos públicos com Febraban

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BRASÍLIA — O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira que a situação entre os bancos públicos e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) parece ter "amansado".

Na última semana, houve uma crise dentro da instituição porque a Febraban aderiu ao manifesto da Fiesp em defesa da harmonia entre os poderes. A Caixa e o Banco do Brasil disseram que não poderiam assinar porque seria um documento crítico ao governo.

— Aparentemente saiu o documento que é muito mais para pacificar do que para fazer confusão, os bancos públicos parece que disseram que não vao sair da Febraban, parece ter amansado tudo, é o que eu espero — disse o ministro.

Esse movimento foi liderado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães. O BB entendeu que deveria se manter alinhado, o que foi comunicado ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

O BB, então, solicitou à Febraban que submetesse a decisão à votação dos filiados. Isso foi feito por e-mail, na semana passada, quando os bancos responderam à pergunta se eles concordavam com a adesão “ao manifesto em favor do Brasil”. Apenas BB e Caixa votaram contra e foram vencidos por maioria.

No final, o manifesto que tinha publicação prevista para essa semana foi adiado para depois do feriado de 7 de setembro.

Em entrevista ao GLOBO, o presidente do BB, Fausto Ribeiro disse que o caso está encerrado e que a Febraban acenou que vai se desvincular do manifesto da Fiesp.

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