Guedes deixará de ser único alvo por cortes de emendas, dizem auxiliares

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  22-10-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa na tarde de hoje, na sede do ministério. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 22-10-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa na tarde de hoje, na sede do ministério. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao contrário de episódios anteriores de perda de poder, o Ministério da Economia buscou apresentar um viés positivo à decisão do governo de submeter a liberação das emendas parlamentares ao crivo da Casa Civil.

Segundo técnicos da pasta, o ministro Paulo Guedes deixará de ser o único alvo do desgaste político quando houver os inevitáveis cortes na liberação dos recursos.

Ele vinha reclamando internamente que esse tipo de pressão tem de ser direcionada a ministros de perfil político, e não a ele, "técnico".

Em mais um revés para Guedes, o presidente Jair Bolsonaro (PL) dividiu a responsabilidade pela execução do Orçamento de 2022 entre o Ministério da Economia e a Casa Civil, deixando a caneta também nas mãos de Ciro Nogueira (PP), cacique do centrão.

A medida consta em um decreto que delega as competências do presidente para fazer ajustes e remanejamentos na peça orçamentária, publicado no Diário Oficial da União de quinta-feira (13), confirmando reportagem do jornal Folha de S.Paulo da noite de quarta-feira (12).

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