Por que Paulo Guedes acredita que a nota de R$ 200 terá 'vida curta'

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Notas de R$ 200 com os dias contados? Para Paulo Guedes, sim. (Foto: Getty Images)
Notas de R$ 200 com os dias contados? Para Paulo Guedes, sim. (Foto: Getty Images)

A nota de R$ 200 mal chegou ao mercado, causando polêmicas sem fim, e sua existência já está sendo questionada pelo ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes. Mas por que Guedes aposta na saída do lobo guará de circulação?

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Segundo o ministro, a inovação de tecnologias digitais de transferência devem colocar essas notas mais altas em desuso. A lógica é simples: com a possibilidade de fazer transferências de valor mais alto por ferramentas como o Pix, as pessoas tendem a abandonar as cédulas de papel.

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O Pix entra em vigor já em novembro, e promete colocar em xeque a existência de outras tecnologias, como o TED e o DOC, por ser gratuito, e estar disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana.

"Essa nota grande, o lobo-guará, foi inventada porque nós tínhamos um problema logístico de pagar as pessoas”, disse Guedes, em fala reproduzida pelo portal de notícias UOL.

“As pessoas mais simples não tinham as ferramentas digitais. Tinha que dar o dinheiro físico. E quando dava o dinheiro ele ficava entesourado, ficava em uma comunidade e não saía de lá. Nós tivemos que criar uma nota alta na contramão do mundo.”

"No futuro, vai acabar o lobo-guará, a nota de R$ 200, a nota de R$ 100. Isso vai diminuir brutalmente."

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