Guerra na Ucrânia: líderes da Alemanha, França e Itália fazem primeira viagem a Kiev desde início do conflito

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O presidente francês, Emannuel Macron; o chanceler alemão, Olaf Scholz; e o primeiro-ministro, italiano Marcio Draghi, realizam neste sábado a primeira visita a capital ucraniana Kiev desde o início do conflito entre o país e a Rússia.

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— É um momento importante. É uma mensagem de unidade que estamos enviando aos ucranianos — disse o presidente francês.

O trio, se uniu ao presidente romeno, Klaus Iohannis, na cidade de Irpin, devastada durante as primeiras semanas da invasão russa, nos arredores de Kiev. Os quatro líderes estiveram na cidade antes de se encontrarem com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. A visita acontece cerca de dois meses após o premier britânico, Boris Johnson, realizar uma viagem a Kiev.

Em Irpin, Macron disse que "massacres e crimes de guerra" foram cometidos.

— Vamos reconstruir tudo — afirmou, por sua vez, Draghi. — Destruíram as creches, as escolas infantis, as áreas de lazer. Tudo será reconstruído.

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Macron, Scholz e Draghi partiram de trem da Polônia e chegaram a Kiev após uma longa viagem de 12 horas. A ida do trio ao país ocorre um dia antes de uma comissão executiva da União Europeia anunciar se irá ou não apoiar a candidatura da Ucrânia a adesão ao grupo. A entrada do país no bloco internacional será um dos temas da conversa com Zelensky.

Mais cedo, o Conselho da Europa, órgão de vigilância dos direitos humanos do continente europeu, condenou as "violações dos direitos humanos cometidas pelas autoridades russas contra minorias étnicas" na Crimeia e reafirmou que "não reconhece a anexação ilegal" da Rússia, em 2014.

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