Gustavo Caetano aprecia whiskey e tem garrafa para Elizabeth II

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Não à toa a Sambatech surgiu em 2004 como uma empresa de soluções para jogos mobile. O seu fundador, Gustavo Caetano, até hoje é amante de games e confessa que leva bronca da mulher para desligar o videogame e ir pra cama. Outra diversão no happy hour do empresário é jogar tênis nos finais de semana com um grupo de empreendedores.

Apreciador de whiskey, Caetano coleciona rótulos da bebida. Sua garrafa mais valiosa é a edição Royal Salute, da Shivas, feita especialmente para a rainha Elizabeth II. “São 500 garrafas apenas no mundo. Mas eu ainda não tive coragem de abrir a minha”, revela o empresário.

Gustavo Caetano é CEO da Samba Digital e da Sambatech, empresa que nasceu em 2004 com soluções para jogos mobile e que, em 2009, se tornou uma empresa digital com foco em vídeos online. Hoje, a Sambatech atua principalmente na distribuição de videoaulas EAD para universidades e de cursos corporativos. Já a Samba Digital, criada em 2020, tem como objetivo levar inovação e transformação digital a seus clientes.

CEO da Sambatech avalia transformação digital paralela ao metaverso

Se por um lado esperamos um novo mundo nascer com a chegada do metaverso (que, segundo projeções da Bloomberg Intelligence deve movimentar US$ 800 bilhões), por outro existe uma transformação tecnológica já em andamento. Segundo o CEO da Sambatech e da Samba Digital, Gustavo Caetano, “todas as empresas de todos os mercados vão ser empresas de tecnologia”. Isso porque ele acredita que inovação é um conceito muito mais ligado com facilitar processos do que com inventar coisas que não existem.

“A transformação digital não é só das grandes empresas, como era antigamente, mas está chegando nas médias e vai chegar até as pequenas”, afirma Caetano. Apesar do entusiasmo gerado por esse avanço (a Samba Digital teve um aumento de 650% no número de clientes no primeiro semestre de 2021), a principal preocupação das empresas que trabalham com a oferta de soluções tecnológicas continua sendo a escassez de mão de obra: segundo a Brasscom, até 2024, pelo menos 420 mil novas vagas devem ser abertas para o setor de tecnologia.

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