Há três anos sem fazer publicações, Eike Batista volta à web com post sobre empreendedorismo: 'Gratificante'

Depois de três anos sem fazer nenhuma postagem no Instagram, o empresário Eike Batista voltou às redes nesta sexta-feira.

No post, Eike aparece numa mesa cercado de empreendedores. Na legenda, o empresário escreveu: "É sempre muito gratificante compartilhar conceitos com jovens empreendedores!!!".

O empresário também repostou vídeos que os integrantes da mesa gravaram durante o encontro. Nos stories, Eike também parece ter voltado à ativa na web depois de tanto tempo.

Neste ano, a história de Eike Batista virou filme. Dirigido por Andradina Azevedo e Dida Andrade, "Tudo ou Nada" é baseado no livro da jornalista Malu Gaspar e busca retratara trajetória do ex-bilionário de forma cronológica.

Com nomes como Nelson Freitas (Eike Batista), Xandro Graça (Dr. Oil), André Mattos (Sérgio Sobral) e Carol Castro (Luma de Oliveira), o filme foi lançado em setembro, mas não foi o suficiente para fazer Eike se proncunciar sobre a produção.

No começo de outubro, o ex-bilionário foi fotografado deixando um restaurante de luxo na Lagoa com a mulher, Flavia Sampaio. Os dois seguiram para casa na Land Rover do empresário, avaliada em R$ 500 mil.

De acodo com a assessoria de Flavia Sampaio, o carro pertencia a ela: "O carro pertence a mulher do Eike, que é advogada e tem renda compatível com o bem mencionado na matéria.Trata-se, portanto, de um erro malicioso fazer comparações entre a vida particular de Eike com o andamento de processos judiciais do empresário".

Recentemente, Eike Batista pediu à Justiça acesso gratuito no processo de falência de sua mineradora, a MMX Sudeste Mineração S.A.

O pedido foi concedido e a liminar que ordenou o bloqueio de R$ 110.994.632,92 do empresário Eike Batista, da EBX e de outros nomes relacionados à empresa, na ação movida pelo Meridian Trust, fundo de investimento estrangeiro que acusava Eike e outros administradores do Grupo X de fraude, foi revogada.

No auge do império X, Eike chegou a ser dono de uma fortuna avaliada em US$ 30 bilhões, segundo a revista "Forbes".

O empresário chegou a ser preso em 2017 após ser alvo da Operação Lava-Jato e passou a cumprir prisão domiciliar. Ele foi condenado em setembro de 2019 a oito anos e sete meses de prisão por manipulação do mercado de ações.

Em dezembro de 2020, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 792,4 milhões do empresário, referentes ao dinheiro que ele se comprometeu a usar para pagar seu acordo de delação premiada, homologada em novembro daquele ano.