'Há uma burocracia para colocar o dinheiro da maneira correta', afirma Marcos Pontes

O ministro cogita a incorporação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais pelo Inpe

RIO — O contingenciamento de 42% das verbas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) prejudicou a realização de programas da pasta, admitiu o ministro Marcos Pontes, em entrevista ao GLOBO. Além disso, ainda há um "buraco" no orçamento de 2020 da verba de fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Pontes anunciou seus próximos planos para o ministério, como o lançamento de um edital de segurança cibernética e a instalação de sistemas de monitoramento de barragens no centro que monitora possíveis desastres.

De acordo com o ministro, o centro de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão, começará a render recursos para o programa espacial. O investimento em satélites, por exemplo, será uma estratégia para aumentar a soberania nacional. Pontes nega a existência de conflitos com populações quilombolas que moram perto da base e teriam de ser removidas. Segundo ele, os moradores vão querer participar do desenvolvimento sustentável da região.

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