Haddad vê França candidato até o fim e diz que antibolsonarismo supera antipetismo

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-05-2022 - Foto Fernando Haddad. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-05-2022 - Foto Fernando Haddad. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou nesta sexta-feira (7) que a tendência é que não haja acordo para que ele e Márcio França (PSB) se unam em uma única candidatura.

Ele também afirmou que o antipetismo hoje é menor do que as forças contrárias a Jair Bolsonaro (PL) e João Doria (PSDB).

As afirmações foram feitas durante uma das sabatinas realizadas por Folha de S.Paulo e UOL com postulantes ao Palácio dos Bandeirantes.

"A tendência é de manutenção das duas candidaturas. Essa e a tendência porque estamos desde agosto tentando negociação", disse Haddad.

O petista afirmou, porém, seria importante houvesse a junção das candidaturas, apesar das análises de que a presença de França beneficiaria Haddad. "Eu não faço esse tipo de conta. Eu acho que simbolicamente teria um peso muito grande nós estarmos juntos. Política não é só cálculo eleitoral", disse.

O petista minimizou o impacto do antipetismo na corrida eleitoral do estado. "O antibolsonarismo hoje é muito maior. Basta pegar as pesquisas de opinião da votação do Lula. O Lula é o candidato menos rejeitado no Brasil, inclusive em São Paulo", disse. "O que existe hoje é um antibolsonarismo, é um antidorismo. O Doria e o Bolsonaro são muito mais rejeitados em São Paulo do que o PT".

Questionado sobre a impopularidade de sua gestão na Prefeitura de São Paulo, Haddad disse que a avaliação foi feita no período do impeachment de Dilma Rousseff (PT) e disse que suas vitrines permanecem na cidade.

"As ações da minha gestão estão até hoje aí. Aliás, são as únicas coisas que estão de pé. A renegociação da dívida, o plano de mobilidade urbana foi premiado internacionalmente", afirmou.

O petista fez diversas críticas à gestão Doria, por aumentar os impostos durante a pandemia e cortar programas sociais em sua época de prefeito. No entanto, afirmou que as câmeras corporais da PM são uma das poucas coisas positivas na atual gestão.

RAIO X

Fernando Haddad, 59

Nascido em janeiro de 1963, é mestre em economia e doutor em filosofia pela USP. Foi prefeito de São Paulo (2013-2016) e ministro da Educação nas gestões de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT. Antes, atuou na também como chefe de gabinete na Scretaria de Finanças da gestão Marta Suplicy

CONFIRA AS DATAS DAS SABATINAS E DOS DEBATES

Sabatinas presidenciais​

2º turno - de 10 a 14/10

Debates presidenciais

2º turno - 13/10, às 10h

Debate com candidatos à Vice-Presidência

1º turno - 29/9, às 10h

Debate com candidatos ao Senado

1º turno - 27/9, às 10h

Sabatinas com pré-candidatos ao Governo de SP

2º turno - de 17 a 21/10

Sabatinas confirmadas em MG

Lorene Figueiredo (PSOL) - 9/5 - 10h

Miguel Corrêa (PDT) - 11/5 - 10h

Alexandre Kalil (PSD) - 12/5 - 10h

Carlos Viana (PL) - 13/5 - 10h

Romeu Zema (Novo) não aceitou o convite

Sabatinas confirmadas no RJ

Felipe Santa Cruz (PSD) - 16/5 - 10h

Rodrigo Neves (PDT) 18/5 - 10h

Anthony Garotinho (União Brasil) - 18/5 - 16h

Marcelo Freixo (PSB) - 20/5 - 10h

*Cláudio Castro (PL) ainda não respondeu ao convite

Demais sabatinas

Semana de 23/5 - BA

Semana de 30/5 - PR

Semana de 06/6 - RS

Semana de 13/6 - PE

Semana de 20/6 - CE

Debates com candidatos ao Governo de SP

1º turno - 19/9, às 10h

2º turno - 20/10, às 10h​

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