Cajuína e picanha: o happy hour de Alexandra Loras

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  • Alexandra Loras curte happy hour com documentário e bebidas autorais;

  • Foi viajando e visitando a Fazendo Catuçaba, em São Luiz do Paraitinga (SP) que ela criou forte conexão com um local brasileiro;

  • A dica de ouro para documentários da consultora é a obra A 13ª Emenda, disponível na Netflix.

Ao ser perguntada sobre seus hobbies, a empreendedora e consultora Alexandra Loras brinca: "Até meu terapeuta diz que trabalho demais". Para ela, o ato de "trabalhar para caramba", como denomina, é sua verdadeira paixão. Porém, nem só disso ela vive. Na hora de curtir uma bebida, ela adora a cajuína, além de outras bebidas autorais. 

Para degustar - além de um bom churrasco - ela devora os chocolates do famoso chef Stefan Behar. Foi viajando e visitando a Fazendo Catuçaba, em São Luiz do Paraitinga (SP) que ela criou forte conexão com um local brasileiro, tornando assim seu local favorito. "Tive uma forte conexão espiritual do mundo fazendo retiros da tradição do Buritis, minha religião de matriz africana. Foi muito forte", conta Alexandra.

Alexandra Loras recomenda o 13th, filme da Netflix dirigido por Ava Duvernay.
Alexandra Loras recomenda o 13th, filme da Netflix dirigido por Ava Duvernay.

A dica de ouro para documentários da consultora é a obra A 13ª Emenda, disponível na Netflix. "(O filme) nos ajuda a entender a inteligência e a sofisticação atrás da questão racial para entender que o racismo não é só uma consequência sistêmica", avalia.

Alexandra abraçou a questão da inclusão racial no Brasil

Ao questionar a presença de pessoas negras em diferentes ambientes da vida - na escola, nas relações amorosas, no ambiente de trabalho ou no churrasco em casa - a consultora e empreendedora Alexandra Loras enfatiza que, caso não haja incômodo com a ausência, fazemos todos parte do problema racial no país.

Também conhecida por investir em negócios entre os 'tubarões' do reality Shark Thank Brasil, Alexandra abraçou a questão da inclusão racial no Brasil ainda quando era consulesa da França em São Paulo. Seu trabalho foca na critica ao racismo estrutural do nosso país e atua junto ao RH de empresas como Bradesco e Siemens. O objetivo: fazer com que, como ela, outros negros possam romper bolhas e tetos de vidro nas instituições.

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