Happy Hour amargo: cerveja vai ficar mais cara a partir de sexta

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Glass of cold beer on wooden table at bar in summer. Bar on the beach
Ambev diz que pratica aumentos nos produtos todos os anos (Getty Images)
  • Cervejas do grupo podem ficar até 6% mais caras

  • Ambev diz que o reajuste vai seguir a variação da inflação

  • Em 12 meses, o inflação do IPCA está em torno de 10%

Combustível, gás, alimentos e agora...cerveja. A inflação não está perdoando ninguém em 2021.

A Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma, Budweiser e Stella Artois, anunciou aumento de preços em suas bebidas. Segundo informações da Folha de S.Paulo, o reajuste de 5 a 6% começará a valer a partir desta sexta (1º). A inflação acumulada dos últimos 12 meses, segundo o IPCA, está em torno de 10%.

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O jornal divulgou um comunicado enviado a clientes e distribuidores afirmando que o "reajuste vai seguir, "em linhas gerais, a variação da inflação, variação de custos, câmbio e carga tributária”. A Ambev concentra 60% do mercado de cervejas do Brasil.

Ainda de acordo com o documento, “os reajustes podem variar entre regiões, marcas, embalagens e segmentos”.

Mercado estagnado

Segundo a consultoria Euromonitor, este ano a venda de cervejas no Brasil deve atingir R$ 197,97 bilhões, uma alta nominal de 7,3% sobre 2020, sem descontar a inflação.

À Folha, a assessoria da Ambev disse: "Trata-se de um aumento natural que ocorre todo ano. Houve reajuste no ano passado, mesmo em meio ao período mais crítico da pandemia, com parte dos bares e restaurantes fechados. Mas, neste caso, o aumento não atingiu as embalagens retornáveis", finalizou.

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