Happy hour de CEO da PWTech precisa ter coxinha e empadinha

  • Executivo conta o que deve ter em seu happy hour

  • Coxinha e empadinha estão entre as prioridades

  • Visitas com temas esportivos também

Mesmo com uma rotina corrida, de entrar em contato com governos e entidades internacionais, Fernando Silva, da PWTech, consegue separar um tempinho para relaxar.

Na comida, ele não dispensa uma carne de panela acompanhada por Fanta (pode ser até a controversa versão Uva).

Seu lugar preferido é a arquibancada da Vila Belmiro e, como não poderia ser diferente, ele se mostra um apaixonado pelo esporte. “NFL, NBA, Futebol de 1ª e 2ª divisões. Ia fazer a minha vida pelo esporte no mundo”, fala.

O que um pitch de mestre deve ter

Fernando Silva diz que é preciso colocar autenticidade na apresentação do negócio. “Você precisa acreditar naquilo que está vendendo”, conta o executivo.

Ele também recomenda treinar bastante o discurso que será proferido e nunca desistir da ideia. Fernando diz que é preciso entender bem a área em que vai se atuar pois boas oportunidades podem aparecer. “Nunca imaginei o tamanho do mercado de ajuda humanitária. Às vezes é mais fácil você deslocar alguém de um mercado do que fazer um novo”, revela.

Desafio hídrico da Terra

Quase 98% da água total do planeta são provenientes dos oceanos. As calotas polares e geleiras representam 2%. Água doce de lagos, água salgada de lagos, água misturada no solo e vapor d'água fecham essa conta.

Desse total, somente 2,4% são de água doce e 0,02% está disponível em lagos e rios que podem abastecer cidades para o consumo.

Para complicar ainda mais a situação, desse ínfimo percentual, grande parcela está poluída.

O quadro é desafiador. A ONU acredita que até 2050, aproximadamente 45% da população mundial não terá a quantidade mínima de água para consumir.

Vale destacar que a situação atual não é nada animadora também. No chamado mundo subdesenvolvido, cerca de 50% da população consome água poluída. No planeta inteiro, pelo menos 2,2 milhões de pessoas, principalmente crianças com menos de 5 anos de idade, morrem todos os anos em decorrência de água contaminada e sem tratamento.

Nesse cenário desafiador, especialmente no Brasil, onde 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável, a PWTech tem uma proposta interessante. Criada com o objetivo de transformar água contaminada em água potável, a empresa tem parcerias com a Universidade Federal de São Carlos e realiza trabalhos para governos e entidades humanitárias, como a ONU.

Vale lembrar que essas 35 milhões de pessoas moram no país que detém 12% de toda a água do planeta.

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