Homem daltônico escuta cores com o auxílio de uma antena

A visão das pessoas comuns é tricromática. Os olhos das pessoas possuem três diferentes tipos de cones e fotopigmentos que são proteínas sensíveis para os ondas das “cores” que são observadas. Ondas curtas são sinais para a cor azul, ondas médias são sinais para a cor verde e ondas longas são sinais para a cor vermelha.

Os olhos são expostos à luz e diferentes cones são enviadas ao cérebro. O tipo de qualidade e do tipo de luz é recebido pelo cérebro. Ele recebe essas informações e em uma grande mistura de cones ele consegue identificar as cores que estão diante dos olhos.

O que acontece com você tem uma deficiência nesse sentido como, por exemplo, o daltonismo?

O daltonismo é conhecido como uma anomalia no tricromático. É como se esses cones, para os daltônicos, não operassem da maneira correta. Ele pode ter cones que imitam os outros confundindo as cores.

Boas informações vindas, por exemplo, de um cone verde podem ser anuladas pela imitação de um cone amarelo fazendo com que as informações cheguem confusas ao cérebro do daltônico.

Esse é um problema genético. E muitos daltônicos não sabem que o são até serem – de fato – expostos a essas questões. Tem alguns óculos que são capazes de corrigir um pouco dessa questão.

Com a ajuda de um implante cerebral e uma antena semelhante a um inseto, Neil Harbisson percebe cores como sons dentro de sua cabeça. Harbisson é um artista de Londres, e um cyborg da vida real.

Reprodução/TEDTalks/Neil Harbisson

Em vez de ver as frequências de luz que as pessoas que veem a cor são capazes de detectar, Harbisson depende do dispositivo implantado em seu crânio para traduzir as cores em vibrações sonoras.

Em sua cabeça, cada cor tem uma nota diferente. Ele agora tem até a capacidade de traduzir músicas e outros tipos de áudio em cores usando frequências de som.