Homem é condenado a 80 anos de prisão por morte de policial civil

Homem é condenado por morte de escrivão da 2ª delegacia da Polícia Civil de Gravataí (RS). Foto: Reprodução/Google Street View
Homem é condenado por morte de escrivão da 2ª delegacia da Polícia Civil de Gravataí (RS). Foto: Reprodução/Google Street View
  • Réu foi condenado a 80 anos e cinco meses de reclusão

  • Crime ocorreu em 2017

  • Outros 4 homens foram julgados

Acusado de matar o policial civil Rodrigo Wilsen da Silveira em 2017, na cidade de Gravataí (RS), o réu Maicon de Mello Rosa foi condenado a mais de 80 anos de prisão na madrugada desta quinta-feira (19).

Maicon respondia também por outras três tentativas de homicídio, tráfico de drogas, posse e porte ilegal de arma, receptação e organização criminosa. Outras quatro pessoas também foram sentenciadas, por esses crimes, e terão penas que variam de 19 e 21 anos de reclusão.

A advogada de Maicon, Emiliane Gauer, vai recorrer da decisão que determinou a pena de 80 anos e cinco meses de reclusão.

Representados por defensores públicos, Guilherme da Silva e Marcos Fortunato, foram condenados a 19 anos e 9 meses de reclusão. A Defensoria Pública, no entanto, irá se manifestar apenas nos autos do processo. As informações são do portal G1.

Os outros réus, Alecsandro da Silva Borges e Cristiane da Silva Borges, que foram representados pelo advogado Cristiano Pires, receberam a pena de 19 anos e sete meses e de 21 anos e nove meses de prisão, respectivamente.

O crime

O assassianto aconteceu em 2017. Policiais civis participavam de uma operação para desarticular uma quadrilha especializada em tráfico de drogas em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Dentro de um apartamento, Rodrigo Wilsen da Silveira, escrivão e chefe da investigação da 2ª Delegacia de Polícia, foi baleado na cabeça.

A vítima foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O tiro teria sido efetuado por Maicon, segundo a denúncia do Ministério Público.

No momento do crime, seis agentes que estavam com Rodrigo revidaram e houve troca de tiros. Entre os colegas estava sua esposa, que também é policial civil. Na época, seus filhos tinham 7 e 10 anos.

Conhecido como Monstro, Maicon fazia a segurança armada do grupo criminoso. Ele tinha antecedentes criminais por homicídio e estava em liberdade condicional.

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