Homem é flagrado agredindo esposa grávida e com filha no colo em SP

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Câmera de segurança registrou o momento da agressão - Foto: Reprodução
Câmera de segurança registrou o momento da agressão - Foto: Reprodução
  • Câmera registrou o momento das agressões em frente a uma loja de conveniência

  • A mulher estava grávida de oito semanas e segurava no colo a filha de 2 anos do casal

  • Ela disse que o agressor afirmou que queria que o bebê em sua barriga estivesse morto

Um homem foi flagrado agredindo a própria esposa em Araraquara, no interior de São Paulo. A mulher estava grávida de oito semanas no momento do ataque e segurava no colo a filha de 2 anos do casal.

De acordo com informações da EPTV, afiliada da Globo na região, as agressões aconteceram no dia 19 de setembro. Dois dias depois, a vítima registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher e conseguiu uma medida protetiva de urgência contra o marido.

Imagens divulgadas na última quinta-feira (21) mostram o momento da agressão em frente a uma loja de conveniência de propriedade do casal.

O homem de 39 anos, que não teve a identidade revelada, parece discutir com a mulher, de 40, na entrada da loja, quando a puxa pelo cabelo e sacode sua cabeça.

A vítima revida com um chute, o que deixa o marido ainda mais enfurecido. Ele acerta um tapa violento no rosto da mulher, que cai com a criança no colo.

Rapaz acertou uma série de tapas na esposa - Foto: Reprodução
Rapaz acertou uma série de tapas na esposa - Foto: Reprodução

Mesmo com a esposa no chão, o rapaz emenda mais uma série de tapas. Ele só interrompe as agressões após um funcionário aparecer para convencê-lo. Ainda assim, quebra o farol de um carro com um chute.

“Falou que queria que a criança na minha barriga estivesse morta”

Em entrevista à EPTV, a vítima relatou que a briga começou após ela pedir para o rapaz voltar para casa, alegando que a loja de conveniências não era um bar.

"Ele me xingou de vagabunda, biscate, sem vergonha, falou que eu merecia apanhar, que queria que a criança que estivesse dentro da minha barriga estivesse morta", contou.

A delegada Meirelene de Castro explicou que a polícia segue investigando o episódio. Caso considere que há elementos suficientes, pode pedir a prisão preventiva do rapaz.

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